Damián Bobadilla, jogador do São Paulo, foi acusado de xenofobia por Miguel Navarro, do Talleres, após uma partida da Copa Libertadores. Navarro afirmou que Bobadilla o chamou de “venezuelano morto de fome”. O delegado Rodrigo Correa Batista confirmou que Bobadilla foi intimado a prestar depoimento na Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva e deve comparecer na sexta-feira. A investigação pode levar a um indiciamento, já que a xenofobia é um crime sério, com pena de 2 a 5 anos de prisão. Bobadilla, que pediu desculpas nas redes sociais, disse que não teve a intenção de discriminar e que também foi ofendido durante a discussão. O São Paulo se comprometeu a apoiar o jogador e a Conmebol abriu um processo para investigar o caso, que pode resultar em uma suspensão de até quatro meses para Bobadilla se a xenofobia for confirmada.
O jogador paraguaio Damián Bobadilla, do São Paulo, foi intimado a prestar depoimento na Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade) após ser acusado de xenofobia por Miguel Navarro, do Talleres. O incidente ocorreu durante uma partida da Copa Libertadores, onde Navarro afirmou que Bobadilla o chamou de “venezuelano morto de fome”.
O delegado Rodrigo Correa Batista confirmou que Bobadilla deve comparecer à delegacia na próxima sexta-feira à tarde. Ele destacou a importância do depoimento do jogador para a investigação. “Precisamos entender o que ele tem a dizer em sua defesa”, afirmou Batista. O crime de xenofobia, que se enquadra na injúria racial, pode resultar em pena de dois a cinco anos de reclusão.
Bobadilla, que deixou o estádio antes da chegada da polícia, se manifestou nas redes sociais pedindo desculpas e alegando que não teve a intenção de discriminar ninguém. Ele justificou que a discussão ocorreu em um clima tenso durante o jogo e que também foi ofendido. O São Paulo se colocou à disposição das autoridades e afirmou que apoiará o jogador, que não possui histórico de conduta negativa.
A Conmebol também abriu uma investigação sobre o caso, coletando provas e depoimentos. Caso a xenofobia seja confirmada, Bobadilla pode enfrentar uma suspensão de até quatro meses. O clube paulista ainda não recebeu a intimação formal, mas reafirmou seu compromisso com um ambiente esportivo respeitoso.
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