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Tiroteio próximo à Arena deixa torcedor do Grêmio ferido antes de jogo importante

Torcedor do Grêmio, baleado em tiroteio, enfrenta dificuldades financeiras e de saúde. Ele criou vaquinha para custear tratamento.

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Um tiroteio ocorreu perto da Arena do Grêmio antes de um jogo contra o CSA no dia 20 de maio, ferindo várias pessoas. Giovane Zuchetto, um torcedor de 30 anos, foi atingido por balas perdidas enquanto chegava ao estádio. Ele ficou muito machucado e agora depende de muletas para se locomover, além de enfrentar dificuldades financeiras. Desde o incidente, ele não consegue trabalhar e precisa de ajuda para cobrir despesas médicas, que não são totalmente pagas pelo SUS. Para arrecadar dinheiro, Giovane criou uma vaquinha online e planeja vender um barco que usou para ajudar durante uma enchente no ano passado. Ele está buscando também auxílio-doença do INSS.

Uma noite de futebol se transformou em tragédia para Giorvane Zuchetto, um torcedor do Grêmio, que foi baleado em um tiroteio nas proximidades da Arena, em Porto Alegre, no dia 20 de maio. O incidente ocorreu horas antes do jogo contra o CSA, pela Copa do Brasil. Giorvane, de 30 anos, foi atingido por duas balas perdidas enquanto se dirigia ao estádio.

O tiroteio envolveu dois homens em uma moto que dispararam contra um grupo próximo a um bar. A Polícia Civil informou que houve revide e quatro pessoas ficaram feridas, incluindo Giorvane, que foi atingido por engano. Ele havia acabado de desembarcar do carro na Praça Aparício Silva Rillo, a cerca de 400 metros da Arena.

Dificuldades Financeiras e de Saúde

Desde o incidente, Giorvane enfrenta sérias dificuldades financeiras e de saúde. Ele precisa de muletas para se locomover e não poderá apoiar o pé no chão por 90 dias. A previsão médica para seu retorno ao trabalho é apenas em setembro. O torcedor, que é sócio de uma barbearia, está sem trabalhar e acumulando dívidas.

Apesar de o atendimento médico ser coberto pelo Sistema Único de Saúde (SUS), Giorvane teve que arcar com despesas de exames particulares, curativos e medicamentos. Para ajudar a cobrir esses custos, ele criou uma vaquinha online. Além disso, planeja solicitar auxílio-doença do INSS e vender um barco que comprou no ano passado, que foi utilizado para resgatar pessoas durante uma enchente.

Apelo à Solidariedade

Giorvane expressou sua angústia ao relatar que, após o tiroteio, sua vida mudou drasticamente. Ele afirmou: “É difícil ter uma vida ativa e, de uma hora para outra, passar a depender dos outros.” O torcedor, que é pai de um filho de três anos, agora busca apoio da comunidade para superar essa fase difícil.

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