Na madrugada de sábado, vários locais judaicos em Paris, como sinagogas e um restaurante, foram vandalizados com tinta verde. O Memorial da Shoah, que homenageia as vítimas do Holocausto, também foi alvo do ataque. Imagens de câmeras de segurança mostraram um homem vestido de preto pichando a placa do memorial. O ataque ocorreu antes do feriado judaico de Shavuot, e as autoridades aumentaram a segurança em locais judaicos. A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, e o ministro do Interior, Bruno Retailleau, condenaram os atos, chamando-os de antissemitas. O ministro anunciou medidas de segurança em todo o país. Este não é o primeiro ataque ao memorial, que já havia sido vandalizado anteriormente. Até agora, ninguém foi preso, e a polícia está investigando o caso. A França tem a maior comunidade judaica da Europa e, recentemente, as relações entre França e Israel se tornaram tensas após comentários do presidente Emmanuel Macron.
Na madrugada de sábado, vários locais judaicos em Paris foram vandalizados com tinta verde. O ataque incluiu o Memorial da Shoah, duas sinagogas e o restaurante Chez Marianne. O ato ocorreu antes do feriado judaico de Shavuot e foi registrado por câmeras de segurança.
Imagens mostram um indivíduo vestido de preto vandalizando a placa em homenagem aos judeus mortos. O Memorial da Shoah é um importante centro de documentação sobre o Holocausto, localizado no bairro Marais, que abriga uma significativa comunidade judaica.
Reações das Autoridades
A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, condenou os atos, chamando-os de intimidação antissemita. Em um comunicado, ela afirmou: “Condeno esses atos de intimidação da forma mais veemente possível. O antissemitismo não tem lugar em nossa cidade ou em nossa República.”
O ministro do Interior da França, Bruno Retailleau, também repudiou os ataques, expressando seu desgosto em uma publicação. Ele anunciou a implementação de medidas de segurança em locais judaicos em todo o país, antecipando o feriado.
Contexto e Investigações
Este não é o primeiro ataque ao Memorial da Shoah. Em maio de 2024, o monumento já havia sido vandalizado. Até o momento, não houve prisões relacionadas ao ataque recente, e a polícia continua a investigar o caso. A França possui a maior comunidade judaica da Europa, e os ataques antissemitas têm aumentado nos últimos tempos.
O presidente de Israel, Isaac Herzog, expressou sua indignação e pediu que as autoridades francesas atuem rapidamente para proteger a comunidade judaica. Ele destacou que esses atos não apenas atacam estruturas, mas também estigmatizam os judeus franceses e suas memórias.
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