Miguel Lucca Baptista Zaqueu, um menino de um ano e oito meses, morreu após ser atendido em três unidades de saúde no Rio de Janeiro. Os pais dele, Rhayza e Lidson, alegam que houve negligência médica e buscam justiça pela morte do filho. O problema começou na madrugada de quinta-feira, quando Miguel teve febre e dificuldade para respirar. Ele foi levado à UPA da Tijuca, mas foi liberado sem um diagnóstico claro. A situação piorou e, ao retornar à UPA da Rocinha, foi diagnosticado com pneumonia severa. Na manhã de sexta-feira, ele foi transferido para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, onde demorou três horas para ser internado e acabou sofrendo uma parada cardiorrespiratória. O hospital afirmou que Miguel recebeu os cuidados necessários, mas não sobreviveu. A direção da UPA da Tijuca disse que a avaliação foi feita conforme os padrões da Organização Mundial de Saúde. A Fundação Saúde, que gerencia a UPA, anunciou que vai investigar o atendimento. A Polícia Civil já começou a ouvir testemunhas sobre o caso. A família de Miguel está devastada e continua lutando por justiça.
Um menino de um ano e oito meses, Miguel Lucca Baptista Zaqueu, faleceu após apresentar sintomas graves e ser atendido em três unidades de saúde no Rio de Janeiro. Os pais, Rhayza Barcelos e Lidson Baptista, denunciam negligência médica e buscam justiça pela morte do filho.
O caso teve início na madrugada de quinta-feira (12), quando Miguel começou a apresentar febre, respiração ofegante e náuseas. Ele foi levado à UPA da Tijuca, onde, segundo o pai, a equipe médica não realizou exames adequados e o liberou sem um diagnóstico preciso. Após retornar para casa, a condição do menino piorou, levando os pais a levá-lo novamente ao médico, desta vez na UPA da Rocinha.
Na Rocinha, Miguel foi diagnosticado com pneumonia severa após um exame de imagem. Na manhã de sexta-feira (13), ele foi transferido para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, onde, segundo o pai, demorou três horas para ser internado. Durante esse tempo, a situação do menino se agravou, resultando em uma parada cardiorrespiratória. O hospital informou que Miguel foi internado e recebeu os cuidados necessários, mas não resistiu à infecção.
A direção do Hospital Municipal Albert Schweitzer afirmou que Miguel foi avaliado e que não havia indicação cirúrgica, mas a gravidade do quadro levou à internação. A UPA da Tijuca também se manifestou, afirmando que a avaliação foi feita com base nos critérios da Organização Mundial de Saúde. A Fundação Saúde, gestora da UPA, anunciou uma apuração detalhada sobre o atendimento prestado.
A Polícia Civil está investigando o caso e já começou a ouvir testemunhas. A família de Miguel, devastada pela perda, continua a lutar por justiça e responsabilização dos profissionais envolvidos no atendimento ao menino.
Entre na conversa da comunidade