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Ponte desaba e deixa moradores isolados em cidade do Rio Grande do Sul

Cerca de mil moradores estão isolados em Jaguari devido à queda de ponte e enchente, enquanto a cidade aguarda condições para recuperação.

Ponte foi destruída pelas chuvas em Jaguari (RS), que decretou estado de calamidade pública (Foto: Reprodução)
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Jaguari, no Rio Grande do Sul, está enfrentando a maior enchente em 40 anos, isolando cerca de 1.000 moradores devido à queda de uma ponte. A cidade é a única no estado em estado de calamidade pública. As chuvas intensas afetaram 126 municípios, resultando em três mortes e um desaparecido, além de aproximadamente 6.000 pessoas desalojadas. A previsão de mais chuvas atrapalha os esforços de recuperação, com 50% das estradas rurais danificadas e mais de 45 pontes comprometidas. A situação é crítica, e a prefeitura está focada em ajudar as áreas isoladas. Algumas pessoas foram realocadas para imóveis públicos, enquanto outras, como a contadora Maiara Bacim, não pretendem voltar para suas casas, que foram severamente afetadas. A cidade aguarda melhores condições climáticas para iniciar a recuperação.

A cidade de Jaguari, no Rio Grande do Sul, enfrenta uma grave crise devido a chuvas intensas que resultaram na maior enchente em 40 anos. A queda de uma ponte isolou cerca de 1.000 moradores, representando 10% da população local. Jaguari é a única cidade do estado em estado de calamidade pública.

As chuvas afetaram 126 municípios e causaram a morte de três pessoas, além de um desaparecido, conforme informações da Defesa Civil. Aproximadamente 6.000 pessoas estão desalojadas, e a previsão de mais chuvas impede ações de recuperação. A cidade já registrou 50% das estradas rurais devastadas e mais de 45 pontes danificadas, dificultando a circulação.

A situação é crítica, com a continuidade das chuvas impedindo a limpeza de ruas e casas inundadas. Renato Bolzan, chefe de gabinete da Prefeitura, destacou que a cidade está dividida pela queda da ponte e que o principal desafio é a chuva incessante. A prefeitura está concentrando esforços nas áreas isoladas, onde moradores permanecem sem acesso a outras partes da cidade.

Cerca de 50 pessoas foram realocadas em imóveis cedidos pelo poder público, após perderem suas casas para a inundação. A contadora Maiara Bacim, de 35 anos, relatou que não pretende retornar ao seu imóvel, que foi severamente afetado. A cidade aguarda melhores condições climáticas para iniciar a recuperação e minimizar os danos causados pela enchente.

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