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Brasileira está há mais de 30 horas à espera de resgate após queda em trilha de vulcão

Juliana Marins, de Niterói, caiu cerca de 300 metros durante uma trilha no Monte Rinjani; família aguarda envio de helicóptero para resgate

Juliana durante a sua viagem na Indonésia. (Foto: Reprodução @ajulianamarins)
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Uma turista brasileira, Juliana Marins, de 33 anos, está desaparecida há mais de 30 horas após um acidente no Monte Rinjani, na Indonésia. Ela caiu cerca de 300 metros durante uma trilha na noite de sexta-feira. Outros turistas a localizaram usando um drone, mas a família contesta informações da Embaixada do Brasil, que afirmava que Juliana havia recebido ajuda. As autoridades ainda não conseguiram alcançá-la. A trilha é considerada uma das mais difíceis do país, com subidas longas e desafiadoras. Dois alpinistas experientes se juntaram às buscas, que enfrentam dificuldades devido ao terreno e ao clima. A família de Juliana, que estava viajando pela Ásia, ainda não tem notícias sobre seu estado de saúde, mas mantém a esperança de que ela seja encontrada viva. A Embaixada do Brasil está acompanhando a situação.

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Uma turista brasileira está desaparecida há mais de 30 horas após sofrer um acidente durante uma trilha no Monte Rinjani, um dos principais destinos turísticos da Indonésia. A queda aconteceu por volta das 19h da última sexta-feira (20), no horário de Brasília, quando ela escorregou e caiu aproximadamente 300 metros abaixo da trilha original.

Juliana Marins, de 33 anos e natural de Niterói (RJ), estava sozinha no momento do acidente e foi localizada horas depois por outros turistas que passavam pela região. Eles usaram um drone para encontrar a brasileira e divulgaram vídeos nas redes sociais, o que ajudou a notícia a chegar até a família no Brasil.

Família contesta informações oficiais sobre o resgate

De acordo com Mariana Martins, irmã da vítima, as autoridades indonésias ainda não conseguiram alcançar Juliana, apesar de informações iniciais da Embaixada do Brasil em Jacarta indicarem o contrário. A embaixada chegou a informar que ela teria recebido comida, água e agasalho, e que uma equipe de resgate teria conseguido contato após 16 horas de operação — o que foi desmentido pela família.

Trilha é uma das mais difíceis da Indonésia

O acidente aconteceu na trilha que leva ao cume do Monte Rinjani, na ilha de Lombok. O trajeto é considerado um dos mais difíceis da Indonésia, com mais de 2,6 mil metros de subida e rotas que podem levar até quatro dias para serem concluídas. Em avaliações online, turistas relatam o desafio físico e técnico da trilha, mesmo para praticantes experientes.

Novos alpinistas se unem às buscas

Na manhã desta segunda-feira (23), dois alpinistas experientes se juntaram à equipe de resgate, levando equipamentos específicos para auxiliar na operação. Segundo o perfil @resgatejulianamarins, criado por parentes como canal oficial de atualizações, ainda não se sabe se os esforços poderão continuar durante a noite. O trabalho de resgate enfrenta dificuldades, como o terreno íngreme e as más condições climáticas, com neblina intensa.

Quem é Juliana Marins

Juliana é formada em Publicidade pela UFRJ e atua também como dançarina de pole dance. Desde fevereiro, fazia um mochilão pela Ásia, tendo passado por Filipinas, Vietnã e Tailândia antes de chegar à Indonésia. Ela costumava compartilhar registros das viagens nas redes sociais, mantendo contato com amigos e seguidores.

Família mantém esperança

Três dias após o acidente, a família ainda não tem informações sobre o estado de saúde de Juliana. As buscas chegaram a ser interrompidas no domingo (22) por conta das condições climáticas e voltaram a ser suspensas nesta segunda, por volta das 5h no horário de Brasília (tarde na Indonésia). Apesar disso, familiares mantêm a esperança de que ela será encontrada com vida.

A Embaixada do Brasil segue acompanhando o caso e prestando apoio à família.

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