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Ciência é essencial para combater o aquecimento global e preservar a biodiversidade

Especialistas alertam sobre a necessidade urgente de unir ciência e conservação para combater a crise climática e a perda de biodiversidade.

Marco Antonio Zago, presidente da FAPESP, e Eva Nguyen Binh, diretora do Instituto Francês: instituições firmaram memorando de entendimento para a realização de simpósios conjuntos entre pesquisadores do Estado de São Paulo e da França (Foto: Elton Allison/Agência FAPESP)
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O Fórum Brasil-França sobre Florestas, Biodiversidade e Sociedades Humanas começou em Paris, reunindo especialistas para discutir a importância da ciência na luta contra as mudanças climáticas. O evento, que vai até 18 de junho, é promovido pela FAPESP e pela Universidade de São Paulo. A embaixadora do meio ambiente, Bárbara Pompili, destacou que, após dez anos do Acordo de Paris, ainda há muitos desafios para limitar o aumento da temperatura global e a necessidade de unir esforços científicos. A secretária nacional de biodiversidade, Rita Mesquita, afirmou que a conservação da natureza é essencial para enfrentar o aquecimento global. O diretor do Museu Nacional de História Natural, Giles Bloch, alertou sobre as ameaças às florestas e sua importância para o clima. Marco Antonio Zago, presidente da FAPESP, lembrou que o Brasil possui vastas áreas florestais e que a FAPESP investe em pesquisas sobre biodiversidade. Claire Giry, presidente da Agência Nacional de Pesquisa da França, ressaltou a colaboração entre os dois países em projetos desde 2011. Durante o evento, a FAPESP assinou um memorando com o Instituto Francês para realizar simpósios conjuntos sobre clima, transição ecológica e justiça social, visando fortalecer a colaboração científica e enfrentar desafios ambientais juntos.

Fórum Brasil-França destaca a importância da ciência na luta contra mudanças climáticas

O Fórum Brasil-França sobre Florestas, Biodiversidade e Sociedades Humanas iniciou-se em Paris, reunindo especialistas para discutir a urgência de resgatar o papel da ciência na luta contra as mudanças climáticas. O evento, que ocorre até 18 de junho, é promovido pela FAPESP em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e integra a FAPESP Week França.

Bárbara Pompili, embaixadora do meio ambiente, ressaltou que, após dez anos do Acordo de Paris, ainda há retrocessos significativos na meta de limitar o aumento da temperatura global. Ela enfatizou a necessidade de unir esforços científicos para enfrentar a crise climática e a perda de biodiversidade. Pompili destacou que muitos ainda questionam a origem das mudanças climáticas e minimizam a importância da biodiversidade.

A secretária nacional de biodiversidade, Rita Mesquita, afirmou que as melhores soluções para o aquecimento global estão ligadas à conservação da natureza. Ela defendeu que a discussão sobre biodiversidade deve ser central na agenda climática, pois a preservação da natureza é fundamental para a vida na Terra.

Desafios e Colaboração

O diretor do Museu Nacional de História Natural, Giles Bloch, alertou sobre as múltiplas ameaças que as florestas enfrentam, destacando sua complexidade e importância na regulação do clima. O presidente da FAPESP, Marco Antonio Zago, lembrou que o Brasil abriga vastas áreas florestais, especialmente na Amazônia, e que a FAPESP tem investido em pesquisas sobre biodiversidade e mudanças climáticas.

A colaboração entre Brasil e França foi enfatizada por Claire Giry, presidente da Agência Nacional de Pesquisa da França. Ela destacou que a parceria visa promover a excelência científica e que pesquisadores dos dois países têm trabalhado em projetos conjuntos desde 2011. O apoio a pesquisas sobre florestas tem sido crucial para entender a relação entre populações indígenas e a Amazônia.

Durante o evento, a FAPESP assinou um memorando com o Instituto Francês, permitindo a realização de simpósios conjuntos. Os temas prioritários incluem clima, transição ecológica e diálogos sobre justiça social e globalização. A iniciativa visa fortalecer a colaboração científica entre os dois países e enfrentar os desafios ambientais de forma conjunta.

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