Rodrigo da Silva Boschen, de 22 anos, foi encontrado morto no bairro Portão, em Curitiba, após ser perseguido por funcionários do supermercado Muffato, onde ele supostamente furtou um chocolate. O caso, que aconteceu na noite de 19 de outubro, está sendo investigado como homicídio doloso. Dois funcionários do supermercado, um segurança e um motoboy, estão presos, enquanto um terceiro foi liberado após audiência. Câmeras de segurança mostraram Rodrigo sendo abordado e agredido por um segurança, que alegou ter pedido a devolução do chocolate. Após a abordagem, Rodrigo ficou desacordado em uma calçada. A polícia aguarda laudos periciais para entender melhor as circunstâncias da morte. A defesa do segurança afirma que ele não foi violento e que agiu para evitar excessos. A família de Rodrigo, que trabalhava em uma multinacional e morava com a mãe e irmãos, busca respostas sobre o que aconteceu. O corpo dele foi liberado para a família no dia 23 de outubro.
Rodrigo da Silva Boschen, de 22 anos, foi encontrado morto no bairro Portão, em Curitiba, após ser perseguido por funcionários do supermercado Muffato, onde supostamente furtou um chocolate. O incidente ocorreu na noite de quinta-feira, 19 de outubro, e é investigado como homicídio doloso.
As investigações revelam que dois funcionários do supermercado estão presos: o segurança terceirizado Bryan Gustavo Teixeira e o motoboy Henrique Moreira Alves Pinheiro do Carmo. Um terceiro funcionário, Luiz Eduardo Alves, foi detido no dia do crime, mas liberado após audiência de custódia. Um quarto suspeito, que também trabalhava no Muffato, não foi localizado.
Câmeras de segurança registraram a perseguição a Rodrigo, que foi abordado por Bryan dentro do supermercado. O segurança alegou que pediu para o jovem devolver o chocolate. As imagens mostram Rodrigo correndo em direção ao estacionamento, enquanto Bryan e outro funcionário o seguem. Após a abordagem, Rodrigo foi agredido e deixado desacordado em uma calçada próxima.
A polícia aguarda laudos periciais para esclarecer as circunstâncias da morte. Em depoimentos, Bryan e Henrique afirmaram que o funcionário de boné aplicou um mata-leão em Rodrigo. O motoboy admitiu ter agredido a vítima durante a contenção. Luiz, por sua vez, disse que encontrou Rodrigo já desacordado.
A defesa de Bryan afirma que ele não participou de atos violentos e que sua conduta foi pautada pela tentativa de evitar excessos. A empresa de segurança Força Rota também se manifestou, destacando que o funcionário cooperou com as autoridades. O advogado do Muffato lamentou o ocorrido e ressaltou que o crime aconteceu fora das dependências do supermercado.
A família de Rodrigo, que trabalhava em uma multinacional e morava com a mãe e irmãos, busca respostas sobre o crime. O advogado da família, Leonardo Mestre Negri, expressou confiança nas investigações e na Justiça. O corpo de Rodrigo foi liberado para a família no dia 23 de outubro.
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