Uma mãe de três crianças na Somália foi expulsa de casa pela família muçulmana após se converter ao cristianismo. Ela decidiu compartilhar um filme sobre Jesus com seus pais, o que resultou em sua expulsão em março, quando seu pai a mandou voltar ao islamismo. O marido apoiou a decisão do pai e a mulher acabou se divorciando dele. Desde então, ela e os filhos têm se mudado entre vilas em busca de segurança e trabalho, enfrentando ameaças de morte por apostasia. A mulher, que não se identificou por questões de segurança, afirmou que não se arrepende de sua fé e pede orações e ajuda para alugar uma casa e educar os filhos. A Constituição da Somália proíbe a propagação de outras religiões e a pena de morte por apostasia é uma realidade, especialmente com a presença do grupo extremista Al Shabaab. A situação dela é um exemplo dos desafios enfrentados por cristãos na Somália, que é um dos países mais perigosos para essa religião.
Uma mãe de três crianças na Somália enfrenta uma dura realidade após ser expulsa de casa por sua família muçulmana, devido à sua conversão ao cristianismo. A mulher, de 31 anos, relata que, após o divórcio do marido, fugiu com os filhos em busca de segurança e apoio financeiro.
A expulsão ocorreu em março, quando a mãe decidiu compartilhar um filme sobre Jesus com seus pais. A reação foi hostil; seu pai a expulsou, alegando que ela deveria retornar ao islamismo. O marido apoiou a decisão do pai, resultando no divórcio conforme a lei islâmica. Desde então, a mulher e os filhos têm se deslocado entre vilas, enfrentando ameaças de morte por apostasia.
A mãe, que não se identificou por motivos de segurança, expressou sua fé: “Não me arrependo de ter abraçado o cristianismo; sinto muita paz no coração”. Ela clama por orações e assistência, pois precisa de recursos para alugar uma casa e garantir a educação dos filhos.
A Constituição da Somália estabelece o islamismo como religião oficial e proíbe a propagação de outras crenças. A pena de morte por apostasia é uma realidade, especialmente com a presença do grupo extremista Al Shabaab, que defende essa doutrina. A situação da mulher ilustra os desafios enfrentados por cristãos na Somália, que ocupa a segunda posição na Lista Mundial da Perseguição 2025, elaborada pelo grupo Portas Abertas.
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