Juliana Marins, uma brasileira de 26 anos, está desaparecida após cair em um vulcão na Indonésia durante uma trilha no Parque Nacional do Monte Rinjani. O acidente aconteceu no dia 20 de outubro, quando ela escorregou cerca de 300 metros enquanto descansava. As operações de resgate foram paralisadas por causa do mau tempo, mas foram retomadas na manhã de terça-feira, 24. A família informou que uma furadeira foi colocada para ajudar na busca e que estão testando o uso de um helicóptero, embora a visibilidade esteja baixa. Juliana não tem água ou comida desde a última sexta-feira. A trilha é conhecida por ser perigosa e pode levar até três dias para ser completada. Ela havia contratado um pacote que incluía equipamentos e alimentação, mas as condições climáticas dificultaram o resgate. Juliana estava sem agasalho e óculos, o que a deixou mais vulnerável. As equipes de resgate enfrentam dificuldades devido ao terreno e ao clima. A administração do parque suspendeu o acesso às trilhas para proteger outros turistas e focar nas buscas. A família de Juliana aguarda notícias.
Juliana Marins, uma publicitária brasileira de 26 anos, está desaparecida após cair em um vulcão durante uma trilha no Parque Nacional do Monte Rinjani, na Indonésia, no último dia 20 de outubro. O acidente ocorreu quando Juliana, parte de um grupo de turistas, decidiu descansar e acabou escorregando cerca de 300 metros montanha abaixo.
As operações de resgate foram interrompidas devido ao mau tempo, mas foram retomadas na manhã de terça-feira, 24. A família de Juliana informou que uma furadeira foi posicionada para auxiliar na busca, além de testes com um helicóptero, embora a visibilidade na região esteja comprometida. Juliana está sem água ou comida desde a última sexta-feira.
A trilha no Monte Rinjani é conhecida por ser perigosa e desafiadora, levando até três dias para ser completada. Juliana havia optado por um pacote que incluía equipamentos e alimentação, mas a situação se agravou com a neblina e a umidade, dificultando o resgate. A jovem estava sem agasalho e óculos, o que pode ter contribuído para sua vulnerabilidade.
Equipes de resgate, compostas por seis grupos e dois helicópteros, enfrentam dificuldades devido ao terreno acidentado e às condições climáticas adversas. A administração do parque já havia suspendido o acesso às trilhas para garantir a segurança de outros turistas e concentrar esforços na operação de resgate.
A situação é crítica, e a família de Juliana continua acompanhando as buscas de perto, esperando por notícias positivas. O caso destaca os riscos associados a trilhas em áreas montanhosas, onde a preparação e o acompanhamento de guias experientes são essenciais para a segurança dos turistas.
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