No último sábado, um visitante danificou uma obra de arte na Galeria Uffizi, em Florença, ao se desequilibrar enquanto tirava fotos. O retrato do príncipe Ferdinando de Medici, feito em 1712, foi rasgado. O diretor do museu, Simone Verde, comentou que muitos visitantes estão mais preocupados em tirar selfies do que em respeitar as obras. Ele anunciou que novas regras serão implementadas para evitar esse tipo de comportamento. Este incidente não é único; na semana anterior, um turista quebrou uma cadeira de cristais Swarovski em Verona. Outros casos de danos a obras de arte já ocorreram, como em 2018, quando uma criança danificou uma escultura em Kansas, e em 2006, quando vasos chineses foram destruídos em Cambridge. Esses eventos mostram a importância de respeitar o patrimônio cultural, especialmente com o aumento do uso das redes sociais.
Mais um incidente lamentável ocorreu em um museu, desta vez em Florença, na Itália. No último sábado (21), um visitante danificou uma obra de arte ao se desequilibrar enquanto tentava tirar fotos. O retrato do príncipe Ferdinando de Medici, criado por Anton Domenico Gabbiani em 1712, foi rasgado durante o acidente. A Galeria Uffizi divulgou um vídeo em que o homem aparece andando de costas em direção à pintura.
Simone Verde, diretor do museu, comentou sobre o crescente problema de visitantes que buscam apenas fazer selfies ou memes. Ele afirmou que medidas serão tomadas para restringir comportamentos que desrespeitam o patrimônio cultural. Este não é um caso isolado; na semana anterior, em Verona, um turista quebrou uma cadeira de cristais Swarovski ao se sentar no Museu Palazzo Maffei. O incidente foi registrado por câmeras de segurança.
Outros episódios semelhantes também chamaram a atenção nos últimos anos. Em 2018, uma criança danificou uma escultura em um parque em Kansas, resultando em um prejuízo de US$ 132 mil. Em 2006, três vasos chineses da dinastia Qing foram destruídos no Fitzwilliam Museum, em Cambridge, após um visitante tropeçar e cair sobre eles, causando um dano estimado em 100 mil libras.
Esses eventos ressaltam a necessidade de conscientização sobre o respeito às obras de arte e ao patrimônio cultural, especialmente em um momento em que o uso das redes sociais se torna cada vez mais comum entre os visitantes de museus.
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