Juliana Marins, uma brasileira de 26 anos, morreu após cair em uma ribanceira durante uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia, onde ficou presa por quatro dias sem comida ou água. O ex-jogador Alexandre Pato se ofereceu para pagar o traslado do corpo dela para o Brasil, um gesto de solidariedade que lembra sua ajuda a uma influenciadora digital com câncer em 2018. Juliana foi encontrada morta após equipes de resgate enfrentarem dificuldades para localizá-la. A ajuda de Pato é importante, já que a legislação brasileira não cobre o traslado de corpos de brasileiros que falecem no exterior. A confirmação do apoio foi feita pela assessoria do SBT.
Em um momento de grande tristeza, a família de Juliana Marins, uma brasileira de 26 anos que faleceu após cair em uma ribanceira durante uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia, recebeu uma notícia reconfortante. O ex-atacante Alexandre Pato se comprometeu a arcar com os custos do traslado do corpo da jovem ao Brasil. O gesto solidário de Pato se assemelha ao apoio que ele ofereceu a uma influenciadora digital com câncer em 2018.
Juliana foi encontrada morta nesta terça-feira, após passar quatro dias presa em uma encosta de difícil acesso, sem água ou comida. A jovem caiu durante uma trilha guiada em um dos trechos mais perigosos da rota que leva ao cume do vulcão, na madrugada de sexta-feira, 21 de outubro. Desde então, equipes de resgate enfrentaram condições climáticas adversas para localizá-la, utilizando helicópteros e equipamentos especializados.
O ex-jogador, atualmente comentarista esportivo, já havia demonstrado sua generosidade anteriormente. Em 2018, ele ajudou Nara Almeida, uma influenciadora que lutava contra um câncer raro no estômago, comprometendo-se a pagar parte de seu tratamento. Nara, que se tornou uma figura pública ao compartilhar sua batalha nas redes sociais, teve sua história amplamente divulgada, mas infelizmente faleceu um mês após o contato com Pato.
A confirmação do apoio de Pato à família de Juliana foi feita pela assessoria do SBT. Como a legislação brasileira não cobre o traslado de corpos de brasileiros falecidos no exterior, a ajuda do ex-atacante se torna ainda mais significativa em um momento tão delicado.
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