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Mãe em crise provoca asfixia que mata avó e bebê em Belo Horizonte

Daniela Antonini foi identificada como responsável pela morte da filha e da mãe, após deixar carta sobre sua crise emocional e financeira.

As três foram encontradas mortas dentro de apartamento no Bairro Barro Preto, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, em maio deste ano. (Foto: Reprodução)
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A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu que Daniela Teixeira Antonini, de 42 anos, foi a responsável pela morte de sua filha Giovanna, de 1 ano e 11 meses, e de sua mãe, Cristina, de 68 anos. As três foram encontradas mortas em um apartamento em Belo Horizonte, em maio de 2023, com sinais de asfixia por monóxido de carbono, causado por carvão queimado. Os corpos estavam em estado avançado de decomposição e a polícia acredita que as mortes ocorreram na noite de 6 de maio. Além das vítimas, quatro cachorros da família também estavam mortos no local. A delegada Iara França Camargos informou que não houve participação de terceiros e que Daniela deixou uma carta que mostrava seu estado emocional frágil e problemas financeiros. Daniela enfrentava dificuldades para cuidar de Giovanna, que tinha uma condição de saúde grave e exigia cuidados constantes. A situação financeira da família era crítica, com contas atrasadas. A polícia foi chamada após a avó paterna de Giovanna não conseguir contato com a família, e ao chegar ao apartamento, a síndica percebeu um forte odor e acionou a polícia, que arrombou a porta. O imóvel estava trancado e com todas as janelas fechadas, e três bandejas com carvão queimado foram encontradas. A investigação revelou que o isolamento social e os desafios enfrentados por Daniela foram fatores importantes para essa tragédia.

A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu que Daniela Teixeira Antonini, de 42 anos, foi responsável pela morte de sua filha Giovanna, de 1 ano e 11 meses, e de sua mãe, Cristina, de 68 anos. As três foram encontradas mortas em um apartamento no bairro Barro Preto, em Belo Horizonte, em maio de 2023. A investigação revelou que as vítimas morreram asfixiadas por monóxido de carbono, resultado de carvão queimado no quarto.

Os corpos foram descobertos em estado avançado de decomposição no dia 9 de maio, e a polícia estima que as mortes ocorreram na noite de 6 de maio. Além das três vítimas, quatro cachorros da família também estavam mortos no local. A delegada Iara França Camargos, da Delegacia de Homicídios, afirmou que não houve participação de terceiros e que Daniela deixou uma carta que indicava seu estado emocional debilitado e problemas financeiros.

Contexto Familiar

Daniela enfrentava uma rotina desgastante devido aos cuidados intensivos com Giovanna, que tinha uma condição congênita grave e exigia atenção constante. O pai da criança, que visitava a filha quinzenalmente, relatou que Daniela havia solicitado uma medida protetiva no passado, alegando violência doméstica. A situação financeira da família era crítica, com atrasos em aluguéis e contas, conforme indicado na carta deixada por Daniela.

A investigação também revelou que Daniela apresentava sinais de exaustão emocional e física, exacerbados pela pressão de cuidar de uma criança com necessidades especiais. A bebê havia passado por uma cirurgia dois meses antes da tragédia e ainda necessitava de outra intervenção cirúrgica no futuro.

Descoberta das Vítimas

A Polícia Militar foi acionada após a avó paterna de Giovanna não conseguir contato com a família. Ao chegar ao apartamento, a síndica sentiu um forte odor e chamou a polícia, que arrombou a porta. O imóvel estava trancado, com todas as janelas fechadas, e três bandejas com carvão queimado foram encontradas no local.

A conclusão do inquérito, que foi divulgado nesta quinta-feira (26), encerra as investigações sobre este caso trágico, que chocou a comunidade local. A situação de isolamento social da família e os desafios enfrentados por Daniela foram fatores cruciais para o desfecho da história.

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