A Igreja de Nossa Senhora da Lapa, em Campos dos Goytacazes, sofreu um assalto neste domingo. Vândalos destruíram uma imagem antiga da santa, danificaram o altar e quebraram torneiras, causando alagamento no local. Equipamentos de som foram levados, e vídeos mostram a destruição. O Frei Francisco Maria, que celebrou uma missa após o ocorrido, disse que foi mais vandalismo do que furto, já que “nada de valor foi levado”. Edvar Junior, arquiteto da comunidade, mencionou o roubo de cálices e candelabros. No ano passado, o estado registrou 145 furtos em igrejas. A Igreja de Nossa Senhora da Lapa, construída entre 1740 e 1748, é um importante patrimônio cultural e religioso, administrada atualmente pela Santa Casa de Misericórdia, que realiza trabalho social com meninas órfãs e comunidades carentes. A destruição do espaço afeta não só a estrutura, mas também as memórias da população local.
A Igreja de Nossa Senhora da Lapa, um dos marcos históricos de Campos dos Goytacazes, foi alvo de um assalto devastador neste domingo. Vândalos invadiram o templo, destruindo uma imagem centenária da santa e depredando o altar, deixando o local em estado de calamidade.
Os criminosos quebraram torneiras, danificaram ventiladores e levaram equipamentos de som, causando alagamento em parte do espaço sagrado. Vídeos compartilhados nas redes sociais por fiéis mostram a cena de destruição: a imagem de Nossa Senhora da Lapa em pedaços, o altar vazio e a sacristia inundada. O Frei Francisco Maria, que celebrou uma missa logo após o ocorrido, afirmou que a ação foi mais um ato de vandalismo do que um furto, ressaltando que “nada de valor foi levado”.
Edvar Junior, arquiteto e membro da comunidade, denunciou o furto de cálices e candelabros. Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) indicam que, no ano passado, foram registrados 145 furtos em instituições religiosas no estado, com 51 ocorrências na capital. A Igreja de Nossa Senhora da Lapa, construída entre 1740 e 1748, é um símbolo da fé católica e da arquitetura colonial fluminense, além de ter uma rica história ligada à cidade.
Atualmente, a igreja é administrada pela Santa Casa de Misericórdia e realiza um trabalho social voltado para meninas órfãs e comunidades carentes. A destruição do espaço sagrado não apenas afeta a estrutura física, mas também toca as memórias afetivas da população local, que vê na igreja um importante patrimônio cultural e religioso.
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