- O Japão registrou em junho de 2023 o mês mais quente da sua história, com temperaturas médias 2,34 ºC acima da média histórica.
- A Agência Meteorológica Japonesa (JMA) confirmou que este é o maior índice desde o início das medições, em mil oitocentos e noventa e oito.
- O aumento de temperatura é atribuído à presença de fortes anticiclones na região.
- As temperaturas das águas costeiras também subiram, atingindo 1,2 ºC acima do normal, o que representa um recorde desde mil novecentos e oitenta e dois.
- A JMA emitiu um alerta para julho, indicando que o calor extremo deve continuar em todo o país.
O Japão registrou em junho de 2023 o mês mais quente da sua história, com temperaturas médias 2,34 ºC acima da média histórica. A Agência Meteorológica Japonesa (JMA) confirmou que esse é o maior índice desde o início das medições, em 1898. O calor intenso é atribuído à presença de fortes anticiclones na região.
Além disso, as temperaturas das águas costeiras também apresentaram um aumento significativo, 1,2 ºC acima do normal, atingindo níveis recordes desde 1982. A JMA emitiu um alerta para julho, indicando que o calor extremo deve persistir em todo o país.
Esse aumento de temperatura no Japão ocorre em um contexto global de ondas de calor, que afetam diversas regiões, incluindo a Europa, onde países como França e Grécia enfrentam condições climáticas severas. Cientistas apontam que a mudança climática, impulsionada por atividades humanas, está tornando essas ondas de calor mais frequentes e intensas.
A situação no Japão reflete uma preocupação crescente com os efeitos da mudança climática, que já impacta a vida cotidiana e a saúde pública. As autoridades locais estão em alerta e monitorando as condições climáticas para mitigar os impactos do calor extremo na população.
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