- Auditoria aponta que reduzir a espera para sete semanas até o fim deste ano só deve ocorrer em novembro de 2027, segundo o NAO.
- Foram contratados apenas 83 examinadores líquidos desde 2021, longe da meta de 400; a espera média atual é de 22 semanas.
- Aproximadamente 680 mil aprovados no exame teórico ainda não conseguiram marcar o prático; 70% dos centros têm vagas esgotadas por até 24 semanas.
- Governo anunciou medidas para banir bots e terceiros na marcação de provas, visando reduzir o mercado paralelo de slots.
- DfT planeja usar examinadores militares a partir de 2026 para ampliar os testes; a DVSA registrou custos operacionais deficitários, com taxa de teste mantida desde 2009.
O atraso na realização de testes práticos de direção permanece elevado. Uma auditoria mostrou que a meta de reduzir o espera para sete semanas até novembro de 2027 só será alcançada muito depois do previsto. A decisão envolve órgãos como DVSA e DfT, no Reino Unido.
Segundo o relatório da National Audit Office (NAO), apenas 83 novos examinadores líquidos foram contratados desde 2021, apesar de 19 campanhas de recrutamento. A média de espera atual é de 22 semanas em todo o território britânico.
O problema persiste com cerca de 680 mil candidatos que passaram no teorias, mas ainda não conseguiram marcar o teste prático, conforme estimativa do DVSA. Além disso, 70% dos centros de exame estão com vagas esgotadas por até 24 semanas.
Backlog e contexto
A auditoria aponta que, durante a pandemia, o backlog de testes atingiu aproximadamente 1,1 milhão. A reação inicial do DVSA foi considerada lenta frente ao aumento subsequente na procura, incluindo mais pessoas prestando teorias.
Medidas em andamento
O governo anunciou ações para combater o mercado paralelo de vagas, proibindo bots e terceiros de reservar exames. Também foi divulgada a decisão de usar examinadores militares a partir de 2026 para ampliar a oferta de testes.
A NAO ressalta que o DVSA opera com déficit financeiro, registrando prejuízo de 24 libras por teste e 44 milhões de libras no ano, sem reajuste de tarifa desde 2009. As autoridades defendem medidas para ampliar a disponibilidade de vagas.
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