- Novo vídeo mostra Alexis Pretti sendo derrubado por agentes federais em 13 de janeiro, durante protestos em Minneapolis, 11 dias antes de ele ser morto pelos agentes.
- No registro, Pretti é visto gritando com agentes em um veículo sem identificação e chutando a lanterna do carro, antes de ser contido por um agente que o prende no chão.
- O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, afirmou que o novo vídeo não é relevante para o tiroteio fatal ocorrido 11 dias depois.
- Em imagens da morte de Pretti, registradas em 24 de janeiro, ele segura um telefone e não uma arma; autoridades confirmaram que ele estava desarmado quando os disparos ocorreram.
- Um funcionário do consulado do Equador em Minneapolis impediu a entrada de um agente da imigração e alfândega, levando o governo equatoriano a apresentar uma nota de protesto.
Footage publicada mostra um confronto anterior entre o enfermeiro de UTI Alex Pretti e agentes federais em Minneapolis, 11 dias antes de ele ser morto pela polícia. O registro ocorre durante protestos locais contra ações de repressão. Pretti aparece interrompendo a passagem de viaturas não identificadas e sendo derrubado por um agente colocado a paisana.
O vídeo em questão, divulgado pelo News Movement, registrou o momento em que Pretti grita com os agentes e tenta afastá-los com o pé. Um agente fortemente armado desce do veículo e aciona a imobilização, com outros oficiais ao redor. O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, disse não considerar o material relevante para o tiroteio fatal ocorrido dias depois.
Segundo as autoridades, Pretti possuía licença para portar arma, mas já havia sido desarmado antes das primeiras balas serem disparadas. A gravação de seu assassinato, em 24 de janeiro, mostra-o segurando um telefone, não uma arma, contradizendo alegações iniciais da administração anterior.
Irã acusações de vingança contra médicos
Medicina e profissionais de saúde vêm sendo presos no Irã por socorrer manifestantes feridos durante a repressão às protestas anti-regime. Há risco de pena de morte para ao menos um cirurgião, conforme organizações de direitos humanos. O caso de Alireza Golchini, de 52 anos, é citado entre os avaliados pela Hengaw.
As estimativas de mortos na repressão variam amplamente. A Human Rights Activists News Agency (HRA) afirma ter verificado mais de 6 mil óbitos, com milhares de casos ainda sob investigação.
ICE impede entrada no consulado do Equador em Minneapolis
O Departamento de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) tentou entrar no consulado do Equador em Minneapolis na manhã de terça-feira, sendo impedido por um funcionário local. O Ministério das Relações Exteriores do Equador apresentou protesto formal ao governo dos EUA.
Vídeos revisados pela Reuters mostram o funcionário advertindo o agente: “Este é o consulado do Equador, você não pode entrar.” O agente respondeu que não havia entrado e avisou que haveria uso da força se necessário, deixando o local em seguida.
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