- O espaço aéreo de São Paulo ficou fechado pela pane no controle de tráfego entre 9h30 e 10h06, prejudicando pousos e decolagens em Congonhas e Guarulhos.
- A Anac informou que as causas estão sendo avaliadas; o ministro citou a suspeita de vazamento de gás e explicou que há rumores sobre incêndio, sem confirmação até o momento.
- Um incidente técnico-operacional levou à interrupção, e o Decea investiga o que ocorreu, com possíveis medidas de segurança sendo consideradas.
- Não há risco de nova interrupção nas operações; a normalização já começou e busca-se restabelecer a fila de aeronaves no chão.
- Até 11h20, mais de 80 voos já registravam impactos; Congonhas teve suspensão de 8h58 às 10h09, enquanto Guarulhos retomava de forma gradual.
O espaço aéreo de São Paulo ficou fechado na manhã de quinta-feira por uma pane técnica no controle de tráfego. A falha ocorreu entre 9h30 e 10h06 e afetou pousos e decolagens em Congonhas e Guarulhos. Ações de normalização já são planejadas pelas autoridades.
O diretor-presidente da Anac, Tiago Chagas Faierstein, disse que as causas ainda estão sendo avaliadas e afastou o risco de nova interrupção. Afirmou que há rumores sobre incêndio, mas que é prematuro confirmar qualquer hipótese.
O ministro dos Portos e Aeroportos, Tomé Franca, informou que há suspeita de vazamento de gás como possível causa. Ainda não houve confirmação oficial, e Faierstein destacou que não existe risco de nova interrupção.
Impacto operacional e respostas
Concessionária Aena, responsável por Congonhas, informou que as operações ficaram suspensas de 8h58 a 10h09. A empresa disse que adotará medidas para mitigar impactos e orientou passageiros a confirmar voos com as cias.
GRU Airport, que administra Guarulhos, informou retorno parcial dos pousos e decolagens pouco antes das 10h30. A concessionária comentou que a paralisação não teria relação com ocorrências no aeroporto.
A Força Aérea Brasileira (FAB) afirmou que as atividades foram restabelecidas e que o Decea apura o incidente técnico. A Anac confirmou ações iniciais do protocolo de pré-crise para monitorar impactos na malha.
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