- Alexandre Ramagem foi detido em Orlando, nos Estados Unidos, após uma infração leve de trânsito e encaminhado ao Serviço de Imigração e Controle de Aliens (ICE).
- O jornalista Paulo Figueiredo afirmou que o procedimento é comum na Flórida e que se trata de uma questão imigratória meramente, sem ligação com extradição.
- Segundo ele, o governo brasileiro não teve participação no episódio, que não se relaciona ao pedido de extradição em análise no Departamento de Estado.
- A prisão de Ramagem foi decretada em novembro de 2025, dias após ele ter sido visto nos Estados Unidos; o Supremo Tribunal Federal o condenou a 16 anos e 1 mês de cadeia por tentativa de golpe de Estado, com cassação de mandato em dezembro de 2025.
- Figueiredo destacou que Ramagem tem pedido de asilo pendente e que a Immigrex presta assistência, mantendo-o legalmente nos EUA até a decisão final do caso.
O ex-diretor da Abin e ex-deputado Alexandre Ramagem foi detido nos Estados Unidos nesta segunda-feira, 13 de abril de 2025, em Orlando, após uma abordagem policial decorrente de uma infração de trânsito. Segundo informações do jornalista Paulo Figueiredo, a detenção ocorreu antes de Ramagem ser encaminhado ao ICE, órgão de imigração dos EUA.
Ainda de acordo com Figueiredo, o episódio é descrito como um procedimento comum na Flórida, relacionado a questões migratórias. Ele afirma que não houve prisão, mas detenção temporária, no âmbito de um processo imigratório em curso.
O jornalista sustenta que o caso não envolve extradição e que o governo brasileiro não participou do episódio. Segundo a leitura apresentada, Ramagem possui um pedido de asilo pendente, que permite a permanência legal nos EUA até a decisão final, ainda que o tempo de análise seja prolongado.
Ramagem teve a prisão decretada em novembro de 2025, dias após ter sido visto nos EUA. O STF condenou o ex-deputado a 16 anos e 1 mês de cadeia por tentativa de golpe de Estado e determinou a perda do mandato em dezembro de 2025.
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