- Moradores de um prédio de quatro andares no centro de Itajaí, SC, ficaram feridos após o edifício colapsar na noite de quarta-feira, 15 de abril.
- Do total de sessenta e cinco moradores, três ficaram feridos por estilhaços de vidro; um cachorro da raça shitzu foi resgatado pelos bombeiros.
- Duas residências próximas foram evacuadas e as garagens do Condomínio Jardins das Águas foram isoladas; o acesso ao interior da edificação foi proibido.
- O Corpo de Bombeiros desligou a energia elétrica e fez aferição topográfica para monitorar o deslocamento da estrutura; equipes retornaram na manhã de quinta-feira, 16 de abril.
- A avaliação inicial aponta possível rompimento de uma cisterna antiga, com mais de cinquenta anos, como causa provável; a Defesa Civil acompanha o caso.
Moradores de um prédio residencial de quatro andares no centro de Itajaí (SC) ficaram feridos após a estrutura colapsar na noite de 15 de abril, na Rua Almirante Barroso. O Corpo de Bombeiros informou que o imóvel já havia sido evacuado, com moradores em áreas seguras externas.
Ao todo, 65 pessoas estavam no prédio no momento do incidente; três acabaram feridas por estilhaços de vidro. Um cachorro da raça shih tzu foi resgatado pelos bombeiros na manhã desta quinta-feira, 16. A família do animal tinha duas crianças autistas e não conseguiu levar o pet durante a evacuação.
Medidas de segurança e atuação
De acordo com a corporação, houve desligamento da energia elétrica e aferição topográfica para monitorar o deslocamento da construção, após avaliação com um engenheiro civil da Secretaria de Urbanismo. Duas residências próximas foram evacuadas, com isolamento parcial das garagens do Condomínio Jardins das Águas. O acesso ao interior do edifício permanece proibido.
Na manhã de 16, equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil retornaram ao local para dar continuidade ao monitoramento e às ações de apoio às vítimas e aos moradores vizinhos.
Possível causa preliminar
A avaliação preliminar aponta para o rompimento de uma cisterna antiga, com mais de 50 anos, localizada na parte inferior do prédio, como possível fator contributivo para o afundamento. A corporação continua acompanhando o desenrolar da ocorrência e adotando medidas preventivas.
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