- Microsoft publicou o manifesto “Nós Somos o Xbox”, assinado por Asha Sharma e Matt Booty, apresentando uma nova postura pública para a marca.
- O texto afirma que a divisão de jogos da Microsoft já conecta mais de 500 milhões de pessoas e que esse espírito de união guiará os próximos passos do Xbox.
- O documento admite que os jogadores estão frustrados e aponta falhas como menos novidades nos consoles, presença no PC fraca e preços cada vez mais desafiadores, além de fragmentação nas funções centrais.
- O manifesto define quatro prioridades: Hardware (base da nona geração e Projeto Helix), Conteúdo (portfólio duradouro e parcerias), Experiência (facilitar descoberta e social), e Serviços (fortalecer o Game Pass e a jogatina na nuvem).
- Sharma e Booty dizem que o objetivo é conectar diferentes casas criativas para entregar resultados além de um estúdio ou produto, reconhecendo as mudanças ocorridas na indústria nos últimos cinco anos.
Pouco após surgirem rumores sobre o afastamento da marca Microsoft Gaming para priorizar o Xbox, a empresa confirmou uma nova postura pública. O anúncio veio por meio de um manifesto assinado por Asha Sharma e Matt Booty, intitulado Nós Somos o Xbox, no qual são apresentadas visões e planos para o futuro.
O documento revela que a área de jogos da Microsoft nasceu para conectar pessoas ao redor do mundo e hoje alcança mais de 500 milhões de usuários. Os executivos ressaltam que esse espírito de união será essencial para manter a marca nos próximos anos.
Eles reconhecem que a satisfação dos jogadores está abaixo do desejado e cita tanto veteranos quanto uma nova geração como insatisfeitos com as ofertas atuais. O texto aponta lacunas em recursos de console, presença no PC e estratégias de preço, além de falhas em áreas como buscas, descobertas, social e personalização.
Onde a marca quer estar
O manifesto afirma a intenção de tornar o Xbox presente onde o público joga, conectando fãs, desenvolvedores e criadores de conteúdo em uma plataforma global. A mensagem destaca a consolidação de jogos, progresso, amizades e identidade entre console, PC, celular e nuvem.
Segundo Sharma e Booty, o Xbox deve ser acessível, personalizável e aberto, com preços flexíveis que facilitem o início e a continuidade do jogo. O texto também enfatiza a importância de um ecossistema que permita que diferentes casas criativas se conectem.
Quatro prioridades estratégicas
- Hardwares: consolidar a nona geração, concluir o Projeto Helix e oferecer acessórios de alta qualidade, além de fortalecer o ecossistema.
- Conteúdo: ampliar o portfólio, fortalecer parcerias, ampliar presença na China, manter jogos ao vivo e valorizar títulos centrados nos jogadores como Sea of Thieves, Minecraft e The Elder Scrolls.
- Experiência: solucionar falhas para jogadores e desenvolvedores, facilitar a descoberta e a personalização, e tornar a plataforma mais acolhedora para criadores.
- Serviços: fortalecer o Game Pass com diferenciação e sustentabilidade econômica, acelerar o crescimento pela nuvem e priorizar áreas com maior ganho de usuários.
Conexão entre criativas e resultados
Os executivos afirmam que a meta não é eliminar diferenças entre estúdios, mas conectá-los para obter resultados maiores que um único título. Eles ressaltam a necessidade de ritmo, energia e autocrítica para enfrentar o momento.
Encerramento da mensagem
Nos últimos cinco anos, o Xbox e o segmento de jogos passaram por mudanças significativas, conforme a mensagem. Agradecimentos são direcionados às equipes da Microsoft pela dedicação e pela crença na viabilidade de projetos criativos nos próximos anos.
Fonte: Xbox Wire
Observação: conteúdo reescrito a partir das informações fornecidas, sem incluir links, mantendo linguagem neutra e factual.
Entre na conversa da comunidade