- A família do escultor Armand Vaillancourt, de 96 anos, luta para impedir a demolição da Vaillancourt Fountain, em Embarcadero Plaza, San Francisco, símbolo conhecido como Québec Libre! desde 1971.
- A desmontagem começou nesta semana para viabilizar a renovação da praça, com duração prevista de vários meses e custo estimado em 4 milhões de dólares.
- A obra é um marco brutalista de 710 toneladas de concreto e já dividiu opiniões ao longo dos anos.
- O filho de Vaillancourt, Alexis, participa do grupo Amigos da Praça, que contesta a aplicação de uma isenção de emergência da California Environmental Quality Act para a demolição.
- Os defensores afirmam que não houve emergência real e ingressaram com recurso para impedir a demolição, destacando o monumento como patrimônio histórico significativo.
O que aconteceu: a família do escultor Armand Vaillancourt, de 96 anos, luta para impedir a demolição da fonte brutalista em San Francisco. A obra, conhecida como Québec Libre! ou Vaillancourt Fountain, está sendo desmontada no Embarcadero Plaza desde esta semana, após décadas no local.
Quem está envolvido: o movimento de defesa é liderado pela família Vaillancourt e pelo grupo Friends of the Plaza, que contestam a decisão de deaccessionar a peça para as obras de renovação da praça. Alexis Vaillancourt, filho do artista, participa ativamente da campanha.
Quando e onde: a desmontagem começou em pleno mês atual no Embarcadero Plaza, no centro de San Francisco. A estimativa é de que o processo leve meses e tenha custo de cerca de 4 milhões de dólares.
Por quê: a cidade autorizou a retirada sob uma autorização de emergência prevista pela California Environmental Quality Act, afirmando necessidade de ação imediata. Os defensores argumentam que não houve emergência real e que a obra tem valor histórico local, estadual e nacional.
Disputa legal
A cidade argumenta que a peça precisa ser realocada para viabilizar o redesenho da praça e a renovação urbana. Em oposição, os apoiadores sustentam que a condição da fonte não configura risco imediato e que a autorização de emergência é inadequada para o caso.
A defesa de Vaillancourt aponta que o desgaste da obra não justificaria uso de exceção, mantendo a possibilidade de ÿapelo para interromper o processo. A advogada dos Friends of the Plaza descreve a peça como patrimônio histórico distintivo e alerta para impactos culturais da demolição.
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