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Deolane posou com bolsa de R$ 325 mil antes de prisão

Influenciadora Deolane é presa em operação que investiga suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC; bolsa Hermès, avaliada em mais de R$ 325 mil, foi exibida horas antes

Deolane posou com bolsa de R$ 325 mil antes de ser presa
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  • A influenciadora e advogada Deolane Bezerra, de 38 anos, foi presa pela Polícia Civil de São Paulo e pelo Ministério Público, em uma operação que investiga suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
  • Horas antes do cumprimento do mandado, ela apareceu em stories no Instagram usando roupa preta e carregando uma bolsa de luxo da Hermès, estimada em US$ 65 mil (acima de R$ 325 mil na cotação atual).
  • Além de Deolane, a ação cumpriu mandados de prisão preventiva contra pessoas ligadas à cúpula da facção, incluindo familiares de Marco Herbas Camacho, o Marcola.
  • A Justiça autorizou bloqueios milionários de contas, apreensão de veículos de luxo e restrições patrimoniais envolvendo os investigados.
  • O inquérito teve início em 2019, após a apreensão de bilhetes e manuscritos na Penitenciária II de Presidente Venceslau, levando a apurações sobre movimentações financeiras suspeitas e possíveis vínculos entre empresas, operadores financeiros e integrantes da facção.

Deolane Bezerra, advogada e influenciadora, foi presa na manhã desta quinta-feira, 21, em São Paulo. A medida ocorreu durante operação da Polícia Civil de SP em parceria com o Ministério Público, que apura lavagem de dinheiro ligada ao PCC.

Poucas horas antes do cumprimento de mandados, a influencer apareceu em stories na internet, com visual total preto, e carregando uma bolsa de luxo. O acessório da Hermès é avaliado em cerca de US$ 65 mil, equivalente a mais de R$ 325 mil na cotação atual.

A ação cumpriu mandados de prisão preventiva contra pessoas ligadas à cúpula da facção, incluindo familiares de Marcola, líder da organização criminosa. Também houve bloqueios milionários de contas, apreensão de veículos de luxo e restrições patrimoniais contra os investigados.

As investigações tiveram início em 2019, após a apreensão de bilhetes e manuscritos na Penitenciária II de Presidente Venceslau, no interior paulista. A partir disso, foram abertos inquéritos para mapear movimentações financeiras consideradas suspeitas e possíveis relações entre empresas, operadores financeiros e membros da facção.

Contexto da linha de investigação

A polícia acompanha fluxos financeiros associados a empresas e pessoas ligadas ao grupo criminoso, visando esclarecer a origem de recursos e a prática de lavagem de dinheiro. A operação envolve a identificação de operações atípicas e a responsabilização de envolvidos.

Desdobramentos e próximos passos

Novos desdobramentos devem incluir oitiva de testemunhas, análise de documentos apreendidos e continuidade de medidas cautelares. As informações oficiais sobre a continuidade da investigação devem ser divulgadas pela polícia e pelo Ministério Público conforme avance o inquérito.

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