- Terceiro dia do julgamento de Henry Borel começou com depoimento do psiquiatra contratado pelo pai.
- O médico apresentou análise de comportamento dos réus, afirmando que Jairinho teria prazer em causar dor.
- O psiquiatra afirmou que Monique Medeiros não protegeu Henry, mesmo sabendo de episódios de violência relatados pela babá.
- A funcionária da família deve depor nesta quinta-feira (28).
- O caso é julgado pelo Tribunal do Júri do Rio de Janeiro e envolve denúncias de agressões anteriores à morte do menino, em 2021; a Record lançou documentário sobre o tema, incluindo relatos da família.
O terceiro dia do julgamento do assassinato de Henry Borel começou com o depoimento do psiquiatra contratado pelo pai da criança. O médico apresentou uma avaliação sobre o comportamento dos réus acusados pela morte.
Segundo o especialista, o ex-vereador Jairinho teria prazer em causar dor. A participação da mãe, Monique Medeiros, foi questionada quanto à proteção do filho diante de episódios de violência relatados pela babá da família.
A previsão é de que a funcionária responsável pelos cuidados na época preste depoimento nesta quinta-feira (28). O caso tramita no Tribunal do Júri do Rio de Janeiro e envolve denúncias de agressões anteriores à morte, ocorrida em 2021.
Depoimento do psiquiatra
O psiquiatra contratado pelo pai também mencionou aspectos de conduta que, na avaliação dele, podem ter influenciado o curso do caso. As informações ajudam a mapear o histórico de violência narrado durante a instrução processual.
Próximos passos e desdobramentos
Ainda nesta fase, a defesa e a acusação aguardam novas declarações para esclarecer a atuação de cada envolvido. O desfecho depende da análise de depoimentos e de laudos médicos apresentados ao longo do júri.
O caso ganhou cobertura de veículos locais, incluindo a divulgação de um documentário da Record com entrevistas sobre a trajetória da família e referências ao coronel Jairo, pai de Jairinho.
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