- Ahmed al Ahmed, que impediu o ataque em Bondi Beach, foi indiciado por agressão doméstica, perseguição e intimidação, além de agressão simples.
- Ele é acusado de ter agredido o pai em março, segundo a imprensa australiana, e nega as acusações.
- O rapaz de 44 anos ficou conhecido por wrestle (luta) com uma arma durante o ataque em um evento de Hanuká, que deixou 15 mortos e dezenas feridos.
- O primeiro-ministro Anthony Albanese visitou-o no hospital e o elogiou, chamando-o de “o melhor do nosso país”.
- A campanha de arrecadação para ele já levantou mais de A$ 2,5 milhões; Ahmed deve comparecer ao Bankstown Local Court em 29 de junho.
Ahmed al Ahmed, reconhecido por conter um ataque em Bondi Beach, foi indiciado por agressão doméstica e outros delitos.
O caso envolve o homem que desarmou um dos atiradores no ataque ocorrido durante uma celebração de Hanucá em Sydney, que deixou 15 mortos e dezenas feridos.
Ahmed, de 44 anos, enfrenta acusações de agressão comum contra o pai, além de stalking e intimidação. Ele nega as acusações, descrevendo-as como falsas.
O episódio em Bondi Beach ocorreu em dezembro, durante um evento judaico. A polícia classificou o ataque como terrorista, ligado à comunidade judaica.
PM Anthony Albanese elogiou a atuação de Ahmed, que foi hospitalizado após o incidente. Um arrecadamento para apoio financeiro já ultrapassou 2,5 milhões de dólares australianos.
Processo judicial
Ahmed deve comparecer à Bankstown Local Court, em Sydney, no dia 29 de junho, para responder às acusações.
O ataque de Bondi foi o mais letal na Austrália desde 1996. Autoridades continuam investigando motivações e possíveis ligações com grupos extremistas.
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