- macOS 27 Golden Gate é compatível apenas com Macs com Apple Silicon, deixando de fora CPUs Intel; a lista de dispositivos inclui MacBook Neo (2026), MacBook Pro (2020 e posterior), MacBook Air (2020 e posterior), Mac mini (2020 e posterior), iMac (2021 e posterior), Mac Studio (2022 e posterior) e Mac Pro (2023 e posterior).
- Siri AI passa a funcionar de forma sistem-wide, acessível a partir de qualquer área do desktop, com integração a Finder, Spotlight e novos recursos de compreensão de contexto e voz personalizada; a versão beta para desenvolvedores já está disponível, com beta público previsto para julho.
- Safari recebe grandes melhorias com Topics para organizar abas automaticamente, extensões personalizadas em linguagem natural e integração com o app Passwords para corrigir senhas inseguras; o Shortcuts ganha automação via linguagem natural.
- A suíte Apple Intelligence estende-se a outras apps, incluindo Calendar (criação de eventos por linguagem natural) e Image Playground, baseada na tecnologia Gemini para geração de imagens mais realistas.
- A interface passa por ajustes visuais e de desempenho: refinamento do Liquid Glass, rodapé, barras laterais que vão até a borda da janela, cor nas ícones das barras e cantos iguais nos controles de janela, além de melhorias de memória, CPU, renderização e troca de apps entre Espaços.
A Apple revelou a próxima versão do macOS, o macOS 27 Golden Gate, durante a WWDC 2026. O destaque é a reintrodução do Siri, agora denominado Siri AI, com foco em transformar o assistente em um chatbot de IA para o desktop. A atualização mantém a nomenclatura de, segundo a Apple, a tradição de nomes da Califórnia.
O macOS Golden Gate é compatível apenas com Macs com Apple Silicon. A lista de dispositivos elegíveis inclui MacBook Pro (2020 ou posterior), MacBook Air (2020 ou posterior), Mac mini (2020 ou posterior), iMac (2021 ou posterior), Mac Studio (2022 ou posterior) e Mac Pro (2023 ou posterior). Modelos mais antigos com Intel não recebem suporte.
Siri AI fica disponível de forma ampla no sistema: pode ser acionado em qualquer parte do desktop, por meio de clique direito no Finder ou diretamente no Spotlight. A Apple afirma que o assistente também utiliza o modelo Apple Foundation, baseado no Google Gemini, para melhorar processamento de linguagem e visão computacional. Algumas funções exigem Macs mais modernos com pelo menos 12 GB de RAM.
Na prática, o Siri AI atua de forma integrada aos apps da Apple. O Safari ganha recursos como Topics, que organiza abas em tópicos com apoio de IA, além de Extensões Personalizadas criadas em linguagem natural. O Safari também passa a colaborar com o aplicativo Senhas para corrigir senhas inseguras automaticamente.
A atualização também amplia o uso de IA no Shortcuts, permitindo criar atalhos automatizados a partir de linguagem natural. No Calendário, é possível gerar eventos com preenchimento automático de contatos e locais. O Image Playground passa a usar a tecnologia de geração de imagens do Gemini, com limites diários e opções adicionais para assinantes iCloud+.
Liderando ajustes visuais, o macOS Golden Gate continua a evolução iniciada pelo Tahoe. A Apple introduz um efeito de refração nas transparências para melhorar legibilidade, com ajuste possível via Configurações do Sistema. A interface passa por refinamentos: barra de ferramentas uniforme, painéis que se estendem até a borda da janela e cantos das janelas padronizados.
A Apple também promete melhorias de desempenho, como menor uso de memória, melhor renderização de tela e transições entre Espaços. A versão beta para desenvolvedores já está disponível, com beta pública prevista para julho. Recomenda-se fazer backup antes de instalar em máquinas de uso diário.
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