- A Ypê reforçou o atendimento de trocas e reembolsos para consumidores afetados pela suspensão de produtos pela Anvisa.
- A Anvisa suspendeu, em sete de maio, itens da Ypê com lote final “1” por indícios de contaminação na unidade de Amparo, interior de São Paulo.
- Após novas avaliações, a agência liberou parcialmente alguns itens, com regras diferentes conforme categoria e data de fabricação.
- Detergentes e desinfetantes podem ser usados e vendidos apenas se produzidos a partir de primeiro de março de dois mil e vinte e seis; sabão líquido, a partir de primeiro de abril de dois mil e vinte e seis; itens com lote final “1” fabricados até trinta e um de março permanecem sujeitos à devolução ou troca.
- Reembolso pode ser solicitado via Pix, telefone ou portal; trocas devem ser feitas pelos canais telefônicos. A empresa continua acompanhando as análises da Anvisa sobre os lotes restantes.
A Ypê reforçou hoje o atendimento aos consumidores nos canais de trocas e reembolsos. A medida acompanha a decisão da Anvisa sobre produtos da marca com venda suspensa, visando facilitar devoluções ou trocas de itens considerados irregulares.
A Anvisa suspendeu, em 7 de maio, itens da Ypê com lote final “1” após avaliação de risco na fábrica de Amparo (SP), por indícios de contaminação microbiológica. A empresa recorreu e a análise continuou em novas inspeções.
A Anvisa liberou parcialmente alguns produtos, com critérios específicos. Detergentes e desinfetantes podem ser usados apenas se produzidos a partir de 1º de março de 2026; itens de janeiro e fevereiro seguem sob análise. Sabão líquido tem liberação apenas para produção a partir de 1º de abril de 2026.
Para o público, a Ypê disponibiliza reembolso via Pix, telefone ou portal da marca, e troca apenas pelos canais telefônicos. O objetivo é acelerar o atendimento enquanto a Anvisa avalia os lotes remanescentes, mantendo conformidade com normas de segurança.
Sergio Pompilio, diretor executivo jurídico e de assuntos corporativos da Ypê, ressaltou a evolução do processo. Ele informou que lotes produzidos a partir de abril já estavam liberados e que, em 15 de maio, a Anvisa autorizou também os de março. A análise dos laudos dos lotes de janeiro e fevereiro continua em curso.
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