- A Defesa Civil Nacional e o Ministério do Desenvolvimento Regional vão acionar a Polícia Federal para investigar um alerta de emergência enviado a celulares na madrugada de 20 de junho, possivelmente resultado de ataque hacker.
- A mensagem foi disparada remotamente por alguém fora do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil e o serviço ficou fora do ar por volta de 1h30.
- O alerta, classificado como “alerta extremo”, continha a palavra “misantropia” e levou autoridades a suspeitar de invasão.
- A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil disse que o sistema será reativado assim que a segurança for restabelecida.
- Em São Paulo, a Defesa Civil informou que o envio ocorreu por meio da tecnologia Cell Broadcast e não seguiu os protocolos oficiais; órgãos como Defesa Civil do Paraná e a Anatel foram acionados.
A Defesa Civil Nacional e o Ministério do Desenvolvimento Regional anunciaram que acionariam a Polícia Federal para apurar um alerta de emergência enviado a celulares em todo o país durante a madrugada deste sábado. A mensagem foi atribuída a um eventual ataque hacker ao sistema de notificações.
Segundo as autoridades, o alertante foi disparado remotamente por alguém fora do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil. O serviço de envio foi retirado do ar por volta de 1h30, após o incidente, que gerou temor entre a população.
O que aconteceu
Por volta de 1h30, celulares em vários estados e no Distrito Federal passaram a tocar com uma sirene de emergência. A tela exibia a palavra misantropia, gerando apreensão entre usuários de smartphones. O alerta foi tratado como “extremo” pelas equipes técnicas.
Quem está envolvido
A Defesa Civil Nacional, ligada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, e a Polícia Federal atuam na investigação. A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil informou que o sistema será reativado assim que houver segurança. Órgãos locais, como a Defesa Civil do Paraná, confirmaram o envio não autorizado.
Desdobramentos e verificação
São Paulo confirmou que a transmissão ocorreu pela tecnologia Cell Broadcast, mas sem seguir os protocolos oficiais de comunicação de emergências. A PF deverá apurar a origem e a motivação do disparo. As apurações incluem checagem de vulnerabilidades no sistema de notificações.
Reação pública e próximos passos
Diversos usuários passaram a discutir o episódio nas redes sociais, com menções a hacker e a Defesa Civil. As autoridades reforçam que o incidente é objeto de investigação e que o canal oficial de comunicação de emergências permanece sob avaliação de segurança.
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