- Sindicato de trabalhadores denuncia agressões físicas, humilhações e condições degradantes na fábrica da Midea em Pouso Alegre, Minas Gerais.
- Entre as alegações está uma gerente chinesa que teria aplicado uma “chicotada” com uma borracha em uma funcionária.
- Também há relatos de trabalhadoras obrigadas a fazer necessidades fisiológicas na roupa devido à proibição de uso de banheiros.
- As denúncias apontam condições insalubres, falta de pausas adequadas e episódios frequentes de desrespeito, segundo o sindicato.
- A Midea ainda não se posicionou oficialmente; o caso é acompanhado pelo sindicato, que pretende que autoridades investiguem e responsabilizem os envolvidos.
O sindicato que representa trabalhadores da fábrica da Midea em Pouso Alegre, Minas Gerais, expôs denúncias de agressões, humilhações e condições degradantes no local de trabalho. Entre os relatos, uma gerente chinesa teria agredido uma funcionária com uma borracha.
Segundo o movimento sindical, as denunciantes relatam assédios e tratamento desrespeitoso, além de restrições de acesso a banheiros e pausas. Alega-se que trabalhadoras teriam que fazer as necessidades fisiológicas na roupa sob ameaça de punição.
As queixas foram levantadas após a investigação do sindicato, que reuniu depoimentos de várias funcionárias. A fábrica é alvo de questionamentos de autoridades, defensorias e organismos de direitos humanos sobre as condições de trabalho.
Investigações e próximos passos
A empresa não apresentou pronunciamento oficial sobre as denúncias até o momento. O sindicato afirma que continuará cobrando apuração rigorosa e responsabilização dos envolvidos.
As denúncias ressaltam a necessidade de fiscalização mais efetiva em indústrias de MG e de garantia de direitos básicos, como banheiros disponíveis, pausas dignas e ambiente de trabalho seguro.
As trabalhadoras têm buscado acompanhamento técnico e apoio institucional para assegurar condições adequadas no ambiente fabril. O caso permanece sob análise de órgãos competentes.
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