- A PlayStation vai retirar 551 conteúdos de filmes licenciados pelo StudioCanal nos próximos meses, incluindo títulos como O Exterminador do Futuro 2, Total Recall e Confissões de Uma Mente Perigosa.
- O contrato com o StudioCanal chega ao fim, e os filmes não ficarão acessíveis para quem os comprou no passado; não haverá reembolso ou compensação.
- a lista de filmes a serem removidos será tornada definitiva a partir de 1º de setembro.
- A decisão evidencia que conteúdos digitais não pertencem aos consumidores, já que o acesso depende de contratos temporários.
- A Sony ainda não detalhou medidas para mitigar os impactos aos usuários.
A PlayStation vai retirar 551 filmes de seu catálogo nos próximos meses, após o fim do contrato de licenciamento com o StudioCanal. Os conteúdos afetados estavam disponíveis para compra ou aluguel digital pelos usuários. A medida impacta quem já adquiriu esses títulos no passado.
A decisão foi comunicada por meio de e-mail aos consumidores. Entre os filmes que deixarão de ficar disponíveis estão O Exterminador do Futuro 2, Total Recall e Confissões de Uma Mente Perigosa. A retirada ocorre de forma definitiva a partir de 1º de setembro.
Segundo a empresa, não haverá reembolso ou compensação financeira aos clientes, pois o término do licenciamento não está previsto nos termos de venda. A Sony afirmou apenas que divulgaria a lista completa dos títulos removidos.
Impacto para os usuários
A retirada de conteúdos digitais reacende dúvidas sobre a propriedade de itens comprados em lojas online. Em serviços como Steam e PSN, alguns conteúdos seguem acessíveis mesmo após o fim das vendas, mas a PlayStation não garante esse acesso no atual cenário.
Especialistas destacam que obras digitais costumam depender de contratos de uso, que podem ser encerrados de forma unilateral. A medida reforça a percepção de que o acesso a conteúdos digitais pode depender de acordos vigentes entre plataformas e titulares dos direitos.
A lista completa dos filmes que serão removidos já foi publicada pela PlayStation. A decisão ocorre em um momento de debate sobre sustentabilidade de catálogos digitais e do que permanece acessível aos consumidores sem custo adicional.
Fonte: Kotaku
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