Integrantes da executiva nacional do PSB em Santa Catarina, Israel Rocha, presidente estadual do partido, se tornou alvo de uma notícia-crime. As acusações incluem apropriação indébita, falsidade ideológica e estelionato, relacionadas ao desvio de recursos do Fundo Partidário e manipulação na distribuição de verbas de campanha.
As denúncias foram encaminhadas ao Ministério Público e afirmam que Rocha, na função de presidente da Comissão Estadual Provisória, não convocou a Comissão Executiva Estadual para deliberar sobre a alocação dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). Como resultado, as verbas teriam sido distribuídas de forma unilateral, em desacordo com o estatuto do partido.
De acordo com a denúncia, apenas 20% do total recebido pelo PSB em Santa Catarina foi repassado aos candidatos. Em Florianópolis, cada concorrente teria recebido apenas R$ 1 mil para suas campanhas. Candidatos relataram que foram coagidos a assinar recibos em branco por um agente vinculado a uma estrutura informal criada por Rocha para gerenciar serviços.
O documento também menciona que R$ 778 mil foram direcionados a um grupo restrito de empresas prestadoras de serviços, sem critérios claros de seleção. O PSB-SC recebeu um total de R$ 1 milhão do fundo de financiamento de campanha. As alegações levantam indícios de apropriação indevida de recursos públicos e falsidade ideológica.
Em resposta, Rocha negou as acusações, afirmando que seguiu rigorosamente a legislação eleitoral. Ele declarou que a prestação de contas do partido foi feita com total transparência e que está à disposição da Justiça para esclarecimentos. A transparência, segundo Rocha, é um valor fundamental em sua trajetória política.
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