O projeto de lei alternativo à anistia para os condenados pelo 8 de janeiro, elaborado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), permanece em sigilo. Jair Bolsonaro é um dos poucos que teve acesso ao texto, que visava ser analisado rapidamente pela Câmara.
O ex-presidente e seu filho, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), esperavam que a proposta fosse discutida ainda no início da semana, mas o plano foi abortado. Parlamentares do PL afirmam que a proposta não seria vetada pelo governo Lula, embora haja ceticismo sobre a aceitação da medida.
A articulação em torno do projeto vem sendo feita há semanas, com a expectativa de que um deputado do centrão seja escolhido como relator. Membros do PL expressam dúvidas sobre a disposição do governo em aceitar a proposta sem resistência. A situação gera incertezas sobre o futuro da iniciativa e sua viabilidade no Legislativo.
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