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Lula critica Nikolas com pergunta polêmica e se retira do evento

Lula critica oposição e defende exploração de petróleo na Amazônia para financiar transição energética durante entrevista.

À esquerda, o presidente Lula dá entrevista ao podcast de Mano Brown; à direita, o deputado Nikolas Ferreira discursa na Câmara (Foto: Reprodução/Spotify e Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o uso das redes sociais para “divulgar imbecilidade”, em resposta a ataques de deputados da oposição, como Nikolas Ferreira e Carlos Jordy. Durante uma entrevista ao podcast Mano a Mano, Lula se referiu ao tumulto causado pelos parlamentares durante uma audiência pública com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele destacou a falta de respeito no Congresso, onde os deputados, segundo ele, fazem perguntas sem esperar respostas.

Lula afirmou que a oposição “inferniza a vida o tempo inteiro” e comparou a atual situação política com a oposição dos anos 1980, ressaltando que hoje os adversários são tratados como inimigos. O presidente também se manifestou sobre sua disposição para uma possível reeleição, afirmando que, se estiver com saúde e disposição, será candidato para ganhar. Ele mencionou que a extrema direita está em busca de um adversário, citando nomes como Tarcísio de Freitas e Ratinho Júnior.

Em relação à exploração de petróleo na bacia da foz do Amazonas, Lula defendeu que o Brasil deve utilizar essa riqueza para financiar a transição energética, garantindo que não haverá danos ao meio ambiente. Ele ressaltou que outros países já exploram seus recursos e que o Brasil não pode abdicar dessa riqueza. O presidente também comentou sobre o orçamento secreto, afirmando que, embora não seja ideal, houve uma certa moralização na relação com as emendas.

Por fim, Lula destacou a importância de consolidar o processo democrático e derrotar os golpistas de 2020 e 2023, enfatizando que o lema do governo é “tentar não perder”. Ele acredita que, mesmo diante das críticas, o governo tem dado passos importantes em dois anos de mandato.

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