O setor de ativos digitais ganha destaque nas discussões econômicas da região. A entrevista ocorreu durante o Blockchain Rio 2025, com participação do portal BP Money, ao ouvir Isabel Sica Longhi, diretora de Políticas Públicas e Assuntos Regulatórios para a América Latina da Ripple.
Segundo Longhi, o cenário regulatório na América Latina avança de forma heterogênea, com cada país adotando caminhos distintos, ainda que diretrizes gerais sejam similares. Ela cita Brasil e Argentina como exemplos de etapas parecidas: primeiro entender o setor para depois regulamentar.
A executiva ressaltou que a regulação de stablecoins tem sido prioridade entre as jurisdições da região, com necessidade de maior detalhamento. Além disso, mencionou interesse na emissão de tokens nativos em blockchain, destacando que as discussões já caminham e devem seguir evoluindo.
Panorama regulatório na região
Isabel Sica Longhi acumula mais de 12 anos de experiência em regulação de pagamentos, fintech e proteção de dados. Ela foi contratada pela Ripple em abril deste ano para atuar como diretora de Políticas Públicas e Assuntos Regulatórios para a América Latina. Em sua função, lidera a atuação institucional da Ripple na região, colaborando com governos, reguladores e setores.
Na Ripple, a executiva foca no desenvolvimento de marcos regulatórios e na ampliação da discussão sobre o futuro dos ativos digitais. Também contribui com iniciativas jurídicas e de compliance da empresa em toda a América Latina.
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