Neste 7 de setembro, São Paulo testemunha o Grito dos Excluídos, uma manifestação que reúne centrais sindicais, partidos de esquerda e grupos sociais na Praça da República. Com o lema “Cuidar da Casa Comum e da Democracia é luta de Todo Dia”, o ato, que chega à sua 31ª edição, aborda temas como a taxação dos super-ricos e a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A mobilização ocorre a poucos quilômetros da Avenida Paulista, onde está programada uma manifestação bolsonarista. Os organizadores do Grito dos Excluídos, Brasil Popular e Povo sem Medo, destacam a importância de defender os direitos de grupos marginalizados. Entre os manifestantes, muitos vestem camisas da seleção brasileira e seguram bandeiras do Brasil, simbolizando a diversidade de apoio.
Além das pautas centrais, os participantes também reivindicam o fim da escala trabalhista de 6 x 1 e a não anistia aos condenados pelos ataques em Brasília em 8 de janeiro de 2023. O ato é uma oportunidade para a venda de artigos, incluindo bandeiras do PT e do presidente Lula, além de bonés com a frase “O Brasil é dos brasileiros”.
A expectativa é que o Grito dos Excluídos se espalhe por cerca de 40 cidades em 23 estados do Brasil, refletindo a mobilização crescente em torno das questões sociais e políticas atuais.
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