Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Operação Rejeito: PF prende dois, indicados por ministro de Lula para cargos

Operação Rejeito prende dois suspeitos; ministro Alexandre Silveira indicou delegado da PF para a CPRM e advogado para a ANM, dizendo que avaliação é conduzida por entes externos

Photo
0:00
Carregando...
0:00

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, indicou para a CPRM, estatal vinculada ao seu ministério, um delegado da Polícia Federal. Também apontou um advogado para a diretoria da ANM e para um comitê da Petrobras. As indicações ocorreram no âmbito da Operação Rejeito deflagrada pela PF. A ação apura esquema de corrupção envolvendo órgãos ambientais e de mineração, com lucro estimado em 1,5 bilhão de reais.

O delegado Rodrigo de Melo Teixeira foi indicado para a CPRM. O advogado Caio Mário Trivellato Seabra Filho foi indicado para a ANM. Ambos foram presos na manhã de quarta-feira, segundo a PF. As defesas não foram localizadas pela reportagem.

O ministério informou que as indicações para cargos estruturais são formalizadas pelo Ministério de Minas e Energia, mas que o processo de avaliação e governança segue rito legalmente estabelecido, conduzido de forma independente por entes externos. Silveira enfatizou que a pasta apenas formulate políticas públicas para a gestão de recursos minerais.

Caio Mário Seabra Filho compareceu à posse de Silveira como ministro; ele foi preso pela PF na operação. A reportagem não localizou o contato das defesas até o fechamento desta edição.

Mais cedo, a PF informou que João Alberto Lages, ex-deputado estadual por Minas Gerais, doou 100 mil reais à campanha de Silveira ao Senado em 2022. Lages também foi preso preventivamente na quarta-feira. A defesa dele não foi localizada.

Segundo a PF, Lages era uma liderança-chave do esquema, atuando como articulador político e institucional. A investigação aponta que ele coordenava pagamentos de propina, tráfico de influência e ações junto a órgãos ambientais e culturais, mantendo interlocução com servidores públicos e lobistas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais