Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

PF pede investigação após acusação de simular entrada nos EUA

PF recomenda abertura de investigação sobre suposta entrada simulada de Filipe Martins nos EUA em 30/12/2022; relatório é encaminhado ao STF

PF acusa Filipe Martins de simular falsa entrada nos EUA e comparação com milícias digitais (Foto: Arthur Max/MRE)
0:00
Carregando...
0:00

A Polícia Federal (PF) solicitou a abertura de uma nova investigação sobre Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do governo Bolsonaro, por suspeitas de simular uma entrada nos Estados Unidos em 30 de dezembro de 2022. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A PF alega que Martins teria utilizado prerrogativas diplomáticas de forma dolosa para forjar a entrada no país.

Em resposta a uma controvérsia sobre a viagem, o Departamento de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP) confirmou que Martins não entrou no país na data mencionada. Entretanto, o delegado Fábio Shor, da PF, afirmou que registros do Department of Homeland Security (DHS) indicam que Martins teria uma entrada registrada em Orlando. A PF investiga se houve abuso das prerrogativas diplomáticas que possibilitaram essa simulação.

Acusações e Defesa

A PF argumenta que a entrada de Martins pode ter sido parte de um esquema mais amplo, onde membros do governo Bolsonaro teriam se aproveitado de um procedimento migratório diferenciado. O relatório da PF também menciona que as críticas à investigação estão sendo utilizadas como estratégia para descredibilizar as provas e as autoridades envolvidas, comparando essa prática à atuação de milícias digitais.

Por outro lado, a defesa de Martins, representada pelos advogados Jeffrey Chiquini e Ricardo Scheiffer, rebate as acusações. Eles alegam que o relatório do delegado é uma tentativa de criminalizar a advocacia e a cidadania, além de uma confissão de incompetência. A defesa critica a comparação feita pelo delegado entre os questionamentos sobre Martins e a atuação de milícias digitais, considerando-a absurda e reveladora.

Martins, que já passou seis meses preso preventivamente em 2024 sob a justificativa de risco de fuga, continua a ser uma figura central nas investigações relacionadas ao suposto golpe de Estado. A PF segue apurando as circunstâncias que cercam sua situação, enquanto a defesa se posiciona firmemente contra as acusações.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais