Paulo Frateschi, ex-deputado estadual e um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT), faleceu aos 75 anos após ser ferido com uma faca pelo filho durante um surto psicótico. O incidente ocorreu em São Paulo, e o agressor, de 34 anos, também feriu a mãe, Yolanda Maux, antes de ser detido pela polícia.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou a morte do amigo em suas redes sociais, expressando sua tristeza pela perda de um “grande e leal companheiro”. Lula destacou a trajetória de Frateschi, que foi secretário na gestão de Fernando Haddad e um importante líder na luta contra a ditadura militar. “Paulo Frateschi sempre uniu sua simpatia e sua capacidade agregadora a uma grande coragem”, afirmou Lula, ressaltando seu papel na construção da democracia no Brasil.
Frateschi, que também atuou como presidente do PT em São Paulo, foi perseguido e torturado durante o regime militar. Sua luta pela justiça e inclusão deixou um legado significativo. O PT, em nota, manifestou pesar pela perda, afirmando que ele permanecerá vivo nos corações e nas ações que inspirou.
Contexto da Tragédia
O ex-deputado foi levado a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O ataque ocorreu em um momento de crise mental do filho, que agora enfrenta consequências legais. Este trágico evento não apenas marca a perda de um político respeitado, mas também levanta questões sobre saúde mental e violência familiar.
A morte de Frateschi representa uma lacuna irreparável entre amigos e familiares, conforme mencionado em nota do PT. “A ausência do nosso querido Frateschi deixa uma lacuna irreparável entre amigos, familiares, companheiras e companheiros de luta”, diz o comunicado. A comunidade política e seus admiradores lamentam a perda de um ícone da resistência democrática e da justiça social no Brasil.
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