Jorge Messias, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocupar vaga no STF, encara nova rodada de questionamentos. A polêmica envolve a AGU, a CPMI do INSS que apura fraudes contra aposentados, e a necessidade de esclarecimentos antes da sabatina no Senado. A defesa afirma que o sindicato ligado ao irmão do presidente não foi alvo inicial das investigações.
Procuradores da AGU na região Sul teriam emitido alerta sobre crescimento atípico de ações contra o sindicato, recomendando a suspensão de convênios com o INSS. O documento foi encaminhado à cúpula em Brasília no ano passado, mas a ação judicial só aconteceu em setembro deste ano, ampliando o desgaste político de Messias.
A CPMI do INSS busca esclarecer fatos que possam impactar a confiança na atuação da AGU. A AGU nega que tenha protegido o sindicato e sustenta que as ações iniciais decorrem de investigações da Polícia Federal sobre corrupção e uso de laranjas, sem envolver a entidade vinculada ao irmão de Lula. As informações reforçam o contexto de sabatina que pode enfrentar resistência no Senado.
Entre na conversa da comunidade