Viaturas descaracterizadas chegaram à residência de Jair Bolsonaro por volta das 6h deste sábado, e o ex-presidente foi levado à Superintendência da Polícia Federal em Brasília. A prisão ocorreu na manhã de hoje, com a ação ligada a decisões do STF. A defesa aponta motivação política e questiona o tratamento dado a um homem de saúde debilitada.
Paralelamente, aliados de Bolsonaro reagiram de forma pública, sustentando que houve perseguição. Parlamentares do PL denunciaram abuso de autoridade e indicaram resistência política ao caminhar do caso. A oposição, por sua vez, não participou do pronunciamento desta matéria.
Reações de aliados
Deputados do Rio de Janeiro e de outros estados afirmaram que a prisão é injusta e sinaliza uma escalada de medidas contra o ex-chefe de Estado. Entre as críticas estão a alegação de tratamento desproporcional frente a questões de saúde, além de insinuações sobre motivação política por parte de autoridades judiciais.
Outros parlamentares destacaram que o país vive um momento de tensão institucional. Afirmam que a sociedade precisa acompanhar o desenrolar do processo com cautela, sem prejulgamentos. O tom sugere mobilização do Congresso em resposta à prisão e às medidas de segurança que cercam Bolsonaro.
Contexto institucional
Governadores do PL defenderam a observação de prazos e procedimentos legais, destacando que a saúde do ex-presidente já foi alvo de menções públicas. O senador e ex-vice Hamilton Mourão criticou a transferência para a PF, apontando suposta arbitrariedade. A apuração segue em curso, com a Justiça e o Ministério Público mantendo o foco em elementos do processo.
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