Relatos de aumento de hostilidade contra mulheres na política sueca já geram preocupação sobre democracia. Em outubro, a ex-líder do Centro, Anna-Karin Hatt, renunciou citando ódio e ameaças. O episódio destacou riscos à participação feminina.
Amostra de 2025 aponta tendência de maior vulnerabilidade entre deputadas, censura em redes e pressão para reduzir engajamento. O governo prometeu ações adicionais para enfrentar o quadro. A pesquisa foi realizada pelo Conselho Nacional de Prevenção do Crime.
Resultados da pesquisa de 2025
Mais de 32% das mulheres eleitas reportaram sentir-se vulneráveis, contra 24% dos homens. A sensação de vulnerabilidade entre pessoas com origem estrangeira saltou para 31,5%. Entre as razões comuns estão restrição de atividades nas redes sociais e afastamento de temas sensíveis.
Entre as respostas, a maior parte das participantes mencionou limitar a atividade em redes sociais ou evitar certas pautas. A pesquisa reforça que o clima hostil afeta a participação e a tomada de decisões no Legislativo. A editora enfatiza a necessidade de proteções adicionais a eleitas.
Contexto e ações
Políticos destacam que a hostilidade crescente dificulta debates públicos e a adoção de leis de igualdade. A ministra da igualdade, Nina Larsson, pediu mudança cultural online e maior responsabilidade das plataformas. O governo já ampliou medidas de proteção a parlamentares e promete novas ações.
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