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Ministros sinalizam maioria no plenário para decisão de Gilmar Mendes sobre impeachment

Liminar de Gilmar Mendes restringe a pedidos de impeachment de ministros do STF à Procuradoria-Geral da República; tensão entre poderes e freio a mudanças no Senado para o próximo ano

Gilmar: Só PGR pode pedir impeachment de ministros do STF
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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes decidiu, por meio de uma liminar, que apenas a Procuradoria-Geral da República (PGR) pode apresentar pedidos de impeachment contra ministros da Corte. A medida é provisória e deverá ser debatida pelo plenário.

A decisão restringe a iniciativa de impeachment a um único órgão, em substituição a diferentes interpretações que existiam entre parlamentares e juristas. Um grupo de ministros sinalizou ao blog que a medida tende a ter apoio no plenário, consolidando um freio institucional.

A percepção entre parlamentares e analistas é de que a liminar aumenta a tensão entre poderes e pode influenciar a política futura, incluindo a composição do Senado após as eleições. Ainda segundo avaliações, a decisão pode exigir maior cooperação entre STF e Congresso para evitar acusações de politização.

Impactos institucionais

A liminar é vista como mecanismo preventivo para reduzir investidas contra ministros do STF. Especialistas ressaltam que, se a prática se consolidar, o ambiente político pode exigir ajustes no equilíbrio entre poderes somente para o próximo ano. A situação é acompanhada de perto por autoridades e três instâncias do Judiciário.

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