Após adiamentos e uma reunião acalorada, a votação do ACIP sobre mudar a recomendação de vacina contra hepatite B para recém-nascidos foi adiada pela terceira vez. A decisão seria tomada em Atlanta, mirando se a imunização universal deve permanecer no protocolo atual.
O órgão consultivo, que orienta o CDC sobre uso de vacinas, reúne-se sob forte escrutínio político. Kennedy Jr, crítico da vacinação, exerce influência ao indicar nomes céticos e pressionar mudanças. A direção do comitê também passou por mudanças recentes.
Contexto institucional e mudanças na liderança
A reunião teve início com debates sobre restringir o acesso à vacina para bebês e a votação foi adiada para revisar a redação do documento. Kennedy já demitiu 17 membros do comitê e indicou substitutos com visões contrárias à vacinação.
Recentemente, o presidente da comissão, Dr Martin Kulldorff, deixou o cargo e foi substituído por Dr Kirk Milhoan, cardiologista crítico à vacina. A rotatividade reflete o alinhamento com a agenda de Kennedy e eleva as dúvidas sobre o tema.
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