Don Farrell, ministro sênior do governo, foi registrado gastando cerca de US$ 9 mil em custos de viagens da família ao longo de três anos. As viagens incluíram deslocamentos para Sydney, Uluru e Melbourne, sempre que ele recebia ingressos gratuitos ou first class, segundo registros parlamentares. A prática ocorre em meio a escrutínio sobre despesas de políticos e uso de benefícios de viagem.
Segundo o IPEA, há ao menos nove casos de gastos familiares com viagens, totalizando US$ 9.001,11. Os dados indicam que Farrell declarou custos para cidades onde houve confirmação de ingressos gratuitos. A oposição exige apuração criteriosa das despesas envolvendo o ministro de Comércio e outras autoridades.
Despesas de outros membros do governo
Anika Wells, ministra das Comunicações e do Esporte, aparece sob escrutínio por usar o benefício de viagem para levar familiares a jogos de críquete e futebol, além do Grande Prêmio de Fórmula 1 de Melbourne e do resort de Thredbo, tudo em tratamento de assuntos ministeriais.
Casos envolvendo McIntosh
Kristy McIntosh registrou uma despesa familiar de US$ 429,64 em 5 de dezembro de 2021, no fim de semana de Bathurst. Ela também informou voos para Queensland com o filho em 2023, no valor de US$ 590,73, enquanto ele disputava o Campeonato Nacional de Judo no Gold Coast. McIntosh afirmou a veículos de imprensa que não tinha conhecimento da competição antes da viagem, em função de sua atuação como interlocutora da saúde mental.
Contexto e respostas oficiais
Os registros do IPEA revelam ainda que existem referências a despesas adicionais de viagens familiares para familiares de ocupantes seniores do Executivo. Farrell afirma que os gastos estavam em conformidade com as regras vigentes e que os dispositivos de reunião familiar ajudam a representar comunidades diversas no parlamento. A reportagem completa destaca a necessidade de transparência no uso de benefícios de viagem por autoridades.
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