O governo de NSW permitirá a continuação do rehoming de galgos aposentados no exterior, mesmo após uma revisão independente que apontou que a prática é angustiante e, às vezes, fatal. A decisão acompanha a rejeição de suspender o esporte caso a Greyhound Racing NSW não definir padrões para as pistas até o fim do ano.
A revisão liderada por Lea Drake citou 6 cães que morreram no transporte ou na preparação para viagem aos EUA, iniciada em 2023. Três deles foram encontrados mortos ao chegar, com evidência de estresse ou calor extremo em voos longos. Um cão foi eutanizado no aeroporto de Sydney após fratura na lombar.
A prefeitura também destacou contratempos de fiscalização e pediu mudanças estruturais, incluindo possível reestruturação de Wentworth Park. O governo exigirá prioridade ao rehoming doméstico, sob nova licença de operação prevista para o próximo ano, e mais supervisão regulatória.
Desdobramentos regulatórios
O ministro David Harris afirmou que a fiscalização de galgos enviados ao exterior será uma questão operacional da GRNSW. Emma Hurst, da Animal Justice, disse que a resposta do governo ficou aquém da necessidade de encerrar a indústria. A GRNSW defendeu que as mortes representam apenas uma fração dos cães reabilitados.
Steve Griffin, CEO da GRNSW, disse que o ajuste é compatível com a realidade do programa. Segundo ele, as mortes no rehoming para os EUA representam 0,4% dos 1.400 cães remanejados desde 2023. O relatório de Drake recomenda padrões mínimos para pistas até 2026.
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