Dulwich College, em Londres, volta a protagonizar acusações antigas envolvendo Nigel Farage. Relatos de comportamento racista e antissemita surgem de quase cinco décadas atrás, quando Farage era aluno. O novo mestre, Robert Milne, reconhece a gravidade, enquanto Farage nega abuso direto. A instituição não comentou publicamente inicialmente.
Milne, que ingressou no cargo neste verão, afirmou por carta que os relatos vão contra os valores da escola atual e disse entender por que ex-alunos falaram. O texto também cita uma denúncia de que Farage teria participado de cantos abusivos e ataques antissemíticos a um colega hoje cineasta. Farage nega as acusações de abuso direto.
Jean-Pierre Lihou, ex-colega de Farage, escreveu ao diretor para dizer que testemunhou abusos na torcida e comentários antissemíticos direcionados a Peter Ettedgui. Lihou elogia a resposta de Milne, mas ressalta que os relatos são dolorosos. Milne afirma que a escola tem políticas firmes de igualdade, diversidade e combate ao bullying.
Reforma de postura é mencionada pela imprensa. Um porta-voz do Reform acusa a repercussão de difamação, enquanto Farage diz ter recebido mensagens de ex-colegas que contrariariam as acusações. Milne diz que não fez comentários públicos antes para proteger a reputação da escola, mas reafirma o compromisso com os valores atuais.
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