O ataque ocorreu na Brown University durante exames finais, no sábado, deixando dois mortos e nove feridos. O suspeito continua foragido, e centenas de policiais ocupam o campus e as áreas próximas para localizar o agressor.
Duas alunas da Brown, Mia Tretta e Zoe Weissman, relatam estar em estado de choque. Ambas já sobreviveram a tiroteios em escolas anteriores, casos de Parkland e Saugus, segundo relatos veiculados por veículos nacionais. Weissman descreveu sentimentos de revolta com a recorrência de violência.
Policiais seguem mobilizados durante a noite, com buscas ampliadas pela cidade universitária. Não houve atualização sobre motivação ou identidade do agressor, e as investigações permanecem em curso para esclarecer o local exato das mortes e o alcance dos feridos.
Contexto da violência armada nos EUA
O episódio reacende o debate sobre leis de armas no país. Dados da Gun Violence Archive apontam para centenas de ocorrências de tiroteio em massa neste ano, definidas como incidents com quatro ou mais vítimas. Em 2023, o total superou 500 casos.
Tretta e Weissman relataram que, antes do ataque, pretendiam permanecer na Barus and Holley, local onde estudavam, mas mudaram de ideia por cansaço. A experiência reforça o temor compartilhado por estudantes diante da violência sujeita a repetição.
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