Carla Zambelli, ex-deputada federal pelo PL de São Paulo, foi condenada a 10 anos de prisão por supostamente pagar um hacker para invadir o CNJ. Ela cumpre pena em regime fechado e enfrenta processo de extradição na Itália, onde tem cidadania. A defesa sustenta que houve erro de avaliação no caso.
A decisão de Moraes, que decretou a perda de mandato, gerou votação na Câmara. O processo chegou a induzir cassação, mas a votação foi rejeitada. Moraes declarou a perda de mandato nula, transferindo a decisão ao Supremo e às instâncias seguintes.
Entre o fim da votação e a posse do suplente, Zambelli optou por renunciar ao mandato. O episódio ocorreu após a defesa sustentar que a cassação por excesso de faltas seria inevitável diante de ausências em sessões, dadas as circunstâncias de prisão.
Novos desdobramentos
O advogado Fábio Pagnozzi afirmou que a renúncia seria uma saída para evitar cassação e manter a imagem pública. Ele mencionou que o processo na Câmara seria central, com o relator Diego Garcia defendendo a manutenção do mandato. Novas informações sugerem pagamentos ao hacker e movimentações de alvarás de soltura emitidos por este.
O caso envolve ainda a contextualização de uma possível extradição para o Brasil, com informações sobre deslocamentos internacionais. A defesa ressalta que o episódio envolve também ameaças reportadas pelo hacker após a negativa de cargos na equipe de Zambelli.
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