Após o ataque em Bondi, cresce o debate sobre a posse de armas na Nova Gales do Sul (NSW). Movimentos de defesa de controle de armas pressionam o governo para mudanças urgentes. A discussão envolve quem pode possuir armas, por quê e como fiscalizar.
A NSW já abriga mais de 1,1 milhão de armas. Grupos do espectro político, aliados a organizações de segurança, defendem restringir o uso de justificativas para possuir armamentos, com foco na caça recreativa. O tema ganhou força após o episódio recente.
Propostas e participação política
Greens, MPs independentes e defensores da segurança pública lançaram propostas para excluir a caça recreativa como motivo legítimo de possuir armas. A ideia é reduzir licenças e endurecer regras de armazenamento e renovação.
Empresas de segurança, movimentos como AGSA e a Alannah & Madeline Foundation apoiam um plano de 12 pontos, incluindo maior fiscalização do registro de armas e medidas contra portadores com histórico de violência doméstica.
Ato de emergência e próximos passos
O parlamento da NSW deve ser relembrado nesta semana para considerar o projeto de lei urgente. O premiê Chris Minns sinaliza medidas para endurecer leis de armas, com foco em limites de armas por pessoa e restrições a revistas.
As propostas também discutem avaliação mais rigorosa na renovação de licença e possibilidade de retirar armas de pessoas consideradas inadequadas. O governo avalia ainda se cancela recursos de tribunais administrativos em certos casos.
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