As files sobre Jeffrey Epstein devem ser tornados públicos até a meia-noite desta sexta-feira, após meses de atrasos promovidos pela gestão Trump. A divulgação ocorre sob a Epstein Files Transparency Act, obrigada pela Câmara e pelo Senado a liberar registros não classificados, comunicações e materiais investigativos ligados ao financista.
A corte de rotina determina que os documentos incluam Maxwell, associada presa, e demais indivíduos citados nas atividades criminais de Epstein. O formato exigido é de texto pesquisável e disponível para download, com resumos não classificados para facilitar o acesso público.
A pressão política aumentou nos últimos meses, com base de apoiadores do Maga exigindo as divulgações. O presidente esteve em posição ambígua, alternando entre elogios a revelação e críticas à gestão anterior de liberá-la. A Câmara aprovou a liberação por 427 a 1; o Senado aprovou por consentimento unânime, levando Trump a sancionar a lei.
A Justiça pode manter registros que identifiquem vítimas ou imagens de abuso infantil, além de documentos classificados. Também pode reter documentos que possam prejudicar investigações federais em curso. O Departamento de Justiça mantém discricionário para peças sensíveis.
Delegação democrata diz que a lei exige a divulgação de um resumo não classificado explicando cada informação censurada ou classificada. Mesmo antes da liberação, democratas da comissão de supervisão da Câmara anunciaram um novo lote de 68 imagens do espólio de Epstein.
Entre as imagens divulgadas anteriormente, há registros de Epstein em aeronave com Noam Chomsky e de Bill Gates posando ao lado de uma mulher com o rosto parcialmente oculto.
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